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		<title>Marketing: Modernizando-se e estimulando que se fale disso</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 05:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[(Março 2010) O que uma consultoria de imprensa para empresas do setor de pedras naturais pode fazer - e o que não deve fazer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5577" title="Contatos com a mídia ainda são para muitas empresas uma jornada em um mundo desconhecido. Nossa ilustração mostra como um gravurista alemão em torno do ano 1500 imaginava um guia de turismo a partir de relatos de viagem." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1-440x261.jpg" alt="" width="440" height="261" /></a>(Março 2010) </strong>Antes de tratar do tema em si, vejamos uma história interessante. Em 1985, pouco depois de o tenista Boris Becker tornar-se famoso na Alemanha, um leitor reclamava em uma carta publicada numa revista: „Quando escuto rádio, escuto Boris Becker. Quando vejo televisão, vejo Boris Becker. Quando leio jornal, leio Boris Becker. Estou ficando sem coragem de abrir uma lata de conserva.”</p>
<p>Com isso temos a regra número um para uma consultoria de imprensa bem sucedida: não exagere! Já basta quando seu negócio aparece de tempos em tempos na mídia. Afinal, seu objetivo não é política, estrelato ou celebridade.</p>
<p>Sendo assim, não existe um interesse público em relação a você e sua firma, e com isso chegamos à regra número dois: Você deve ir ao encontro dos jornalistas.</p>
<p>Isso você consegue quando aplica a regra número três: Dê aos jornalistas algo para eles contarem, afinal é disso que vive a imprensa.</p>
<p>Então, o que sua empresa tem, que os jornalistas possam achar interessante e enriquecedor o suficiente para ser contado?</p>
<p>A resposta é banal: você deve oferecer um tema, que você mesmo gostaria de ler num jornal, ou escutar no rádio ou ainda ver na televisão.</p>
<p>Façamos uma breve tentativa de compreender isso melhor.</p>
<p>Pergunta: Você leria com interesse, que um cabeleireiro no seu bairro adquiriu uma nova tesoura? Sim ou não? Outra pergunta: Você gostaria de ver no seu canal local de televisão que está chovendo bastante em outra região?</p>
<p>Exatamente. Só lhe interessariam tanto a primeira quanto a segunda se de algum modo elas lhe dissessem respeito. Se a chuva de outra região pudesse provocar uma enchente onde você mora. Ou se a tal tesoura do cabeleireiro fosse uma novidade tal, que lhe ajudasse a convencer seus filhos a finalmente cortar o cabelo.</p>
<p>Então os temas que você deve oferecer a uma redação devem dizer respeito aos leitores dela. Essa é a regra número quatro. Note bem: para quanto mais leitores possível, e não apenas para você.</p>
<p>A arte requerida para isso consiste em ,radiografar’ sua empresa com os olhos de um jornalista. Por exemplo: você construiu um novo prédio para seus escritórios e investiu nele bastante dinheiro. Desde o seu ponto de vista, isso vale uma notícia.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5579" title="O objetivo é aproximar a empresa dos jornalistas. A foto mostra uma obra de arte, vista no estande da empresa portuguesa Durapedra durante a feira Marmomacc 2009." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Mas por que isso deveria interessar outra pessoa? Ou de outro modo, quando isso seria de interesse para outra pessoa? A resposta é: quando você, por exemplo, encomenda para esse novo prédio uma ambientação diferenciada. Na inauguração disso, faça com que um escultor dê o último acabamento numa peça decorativa que adornará a entrada principal. De preferência, um artista da região (afinal falamos de estabelecer contatos com a redação local). Sobre isso, os jornalistas certamente escreveriam, e assim você e sua empresa seriam mencionados. Mais do que isso você não deve desejar, porque não há como se conseguir isso sem custos muito mais altos.</p>
<p>Ou ainda, se o prédio for um pavilhão de produção, enfatize para os jornalistas que você está aumentando o número de empregados e que assim poderá aumentar sua presença no mercado, o que reforça a posição de sua cidade.</p>
<p>Além de temas relacionados à economia local, jornalistas também se interessam especialmente por temas sociais. Por exemplo, o calçamento em torno dos bancos de uma praça perto da sua empresa está se desmontando. Consiga uma máquina que possa nivelar outra vez o calçamento, entre em contato com a associação de moradores daquele bairro e a prefeitura e tente um acordo de modo que os primeiros consigam materiais e a segunda forneça a mão-de-obra e manutenção posterior das melhorias.</p>
<p>Creches também são cada vez mais um alvo preferencial das ações sociais. Quebra-cabeças montados a partir do tipo de superfície ou da forma de pedras naturais são algo que sua empresa poderia oferecer quase sem custos. Aqui vale o seguinte: quem quer a atenção dos cidadãos, deve ser amigo da cidadania.</p>
<p>A regra número cinco resume as anteriores: procure fazer com que sua empresa se mantenha sendo assunto na região onde está instalada. Atividades artísticas e sociais são possibilidades, temas relacionados ao meio-ambiente também.</p>
<p>Muito importante no ramo de imprensa é a confiabilidade, reza a regra número seis. Jamais divulgue para jornalistas ações sociais que de fato não são benemerências. Não blefe com a criação de possíveis novos empregos.</p>
<p>Seguindo tudo isso, é possível que você desperte o interesse da mídia. Mas esteja também ciente que seus concorrentes vão ligar para as redações e farão pressão para obter a mesma atenção.</p>
<p>Regra número sete: muito importante no relacionamento com redações é oferecer um material de imprensa profissional. Escrever comunicados de imprensa é como escrever balanços contábeis. Certifique-se de que todos os fatos estão mencionados e que todos estão relatados fielmente. Facilite o trabalho para que os jornalistas não cometam erros.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5581" title="A colaboração com a mídia, assim como a aquisição de novas máquinas, conduz a uma inevitável mudança no perfil de uma empresa." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Um outro aspecto disso é você realmente compreender que um contato bem sucedido com a mídia tem reflexos positivos sobre o seu negócio; ele moderniza sua imagem. Tomando um dos exemplos acima, se sua empresa esteve engajada na re-urbanização de um parque, essa informação positiva inevitavelmente se projeta sobre a comunidade e também sobre os seus empregados. E este é apenas um dos aspectos da responsabilidade social corporativa que você estará reforçando.</p>
<p>A propósito dessa modernização de imagem: quando você finalmente estabelecer um bom canal com as redações, cheque o estado de seu canal comunicativo com os seus funcionários. No nível local, eles são os melhores e mais confiáveis multiplicadores para a sua mensagem.</p>
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		<title>Marketing: How to become the buzz of your town</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 05:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Archives]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[aktuell]]></category>

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		<description><![CDATA[(March 2010) What effective public relations look like in the stone branch and what should best be avoided]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5577" title="Contact to the media is unknown territory to many companies. Our picture shows a German etcher's impression of an elephant and his guide around 1500 a.D. drawn according to travelogues." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1-440x261.jpg" alt="" width="440" height="261" /></a>(March 2010)</strong> Before delving in medias res, take a moment to reflect on this true story: back in 1985 when Boris Becker soared to fame seemingly over night, one reader wrote a letter to the editor of a magazine complaining „When I turn on the radio, I hear Boris Becker! When I turn on the television I hear Boris Becker! When I read the morning papers, I read Boris Becker. I hardly dare open a can anymore.“</p>
<p style="text-align: left;">The anecdote stands for rule number one of public relation (p.r.): don&#8217;t overdo it. Suffice it to appear in the media once in awhile. You are not a politician, nor a star or any other famous socialite.</p>
<p>So there will be no public interest in your company; this is where rule number two comes in: you must approach the journalists.</p>
<p>You will succeed in this if you observe rule number three: give the journalist something to write about, that&#8217;s what keeps the press churning.</p>
<p>But what does your company offer that is worth writing about or that anyone would be interested hearing about on radio or watching on TV for that matter?</p>
<p>For the sake of comprehension, let us engage in a self-experiment.</p>
<p>Question: would you be interested to read that the hairdresser on your block has acquired a new pair of scissors? Or, question: would you take an interest if your regional TV channel reported on heavy rainfall in an entirely different area?</p>
<p>Point in case: you would probably answer „yes“ if you had a personal interest in the matter; if e.g. the heavy rainfall could result in flooding in your area, or if the new scissors could finally entice your children to visit the hairdresser because this hairdresser is „hip“.</p>
<p>Readers must have a personal interest in the themes you offer the media. That was rule number 4. Albeit: the themes must touch a great number of readers, not only yourself.</p>
<p>The art lies in ranging your enterprise with the eye of the journalist. E.g. you have built a new office building and invested a great deal of money in doing so. From your point of view, this is a story worth telling.</p>
<p>But why should someone else take an interest?</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5579" title="The aim is to bring the enterprise and journalists together. The photo shows a work of art seen at the stand of Durapedra Company at the Marmomacc 2009." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Answer: perhaps because of your mise-en-scene. For the grand opening of your new headquarters you commissioned a sculptor to create a work of art  positioned in the forecourt. Best chose a local sculptor (we are talking about contacts to the local press). This is something a journalist would gladly report and, by the way, mention you and your enterprise.</p>
<p>That is all you should strive for because that is all you are going to get without investing big money yourself.</p>
<p>Or: if the building is a factory or production site, tell the journalist how many new jobs it will create locally or how it will boost turnover in the area and thus strengthen local markets.</p>
<p>Second favourite next to themes that touch local markets are themes with a social touch, e.g.: the asphalt around the park benches in your local park is in a sorry state. If you bought a machine which could break remnant rough slabs, you could organize to have the local senior&#8217;s club and the municipality attend. The seniors could break the stones and the municipality would install them and take over maintenance.</p>
<p>Kindergartens are also ever-grateful recipients of this sort of help and make for good public relations. Games to sort or classify stones according to surface properties, size or shape can be organized at no cost. Whoever wants a turn at operating the machine should be friendly and outgoing.</p>
<p>Rule number five summarizes the above: make sure people talk about your enterprise locally. Art or social themes are good possibilities. Ecological issues are also always well adapted for p.r. work.</p>
<p>Very important in public relations is credibility, which makes for rule number six. Don&#8217;t tell a journalist about social projects that, in fact, are not. Do not bluff with jobs that are not going to materialize.</p>
<p>You may manage to make it to the press by telling tall tales but be assured that you competitors will make a big fuss.</p>
<p>Rule number seven: very important in your contact with the editor is presenting professional press material. Writing press releases is like writing invoices: make sure they include all the facts and that all the facts are correct. Make it easy for the journalist to avoid making mistakes.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5581" title="Working together with the media invariably changes the corporate identity of an enterprise. " src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Two more aspects: Get used to the fact that your contact to the media will modernize your enterprise. To take the example from above, if your company participated in providing new walkways to the park benches, you will have created a sense of community also among your employees to mention but one aspect of Corporate Social Responsibility.</p>
<p>Speaking of modernization: once you have established good relations to the editor, take a look at your relations to your employees. On a local level they are the best disseminators of your message.</p>
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		<title>Marketing: Modern sein und dafür sorgen, dass darüber geredet wird</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 05:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(März 2010) Wie eine erfolgreiche Pressearbeit für eine Firma der Steinbranche aussehen kann. Und was man nicht tun sollte]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5577" title="Kontakt zu den Medien ist für viele Firmen ein Aufbruch in eine unbekannte Welt. Unser Bild zeigt, wie um 1500 ein deutscher Kupferstecher sich einen Elefanten mit Führer vorstellte." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1-440x261.jpg" alt="" width="440" height="261" /></a>(März 2010)</strong> Nehmen wir, bevor wir ins Thema einsteigen, uns einen Moment Zeit für eine schöne Geschichte: Als nach 1985 Boris Becker berühmt wurde, beklagte sich ein Leser in einem Brief an eine Zeitschrift: „Wenn ich das Radio anschalte, höre ich Boris Becker! Wenn ich Fernsehen schaue, sehe ich Boris Becker, Wenn ich die Zeitung aufschlage, lese ich Boris Becker. Beinahe traue ich mich nicht mehr, eine Konservenbüchse aufzumachen.“</p>
<p style="text-align: left;">Damit haben wir schon die Grundregel 1 für eine erfolgreiche Pressearbeit genannt: Übertreiben Sie es nicht! Es reicht, wenn Sie von Zeit zu Zeit in den Medien erscheinen. Denn Sie sind kein Politiker, kein Star und kein Prominenter.</p>
<p>Folglich gibt es auch kein öffentliches Interesse für Sie und Ihre Firma, und deshalb kommt hier gleich die Grundregel 2 ins Spiel: <em>Sie</em> müssen auf die Journalisten zugehen.</p>
<p>Das gelingt Ihnen dann, wenn Sie die Grundregel 3 befolgen: Geben Sie den Journalisten etwas zum Weitererzählen, denn davon lebt die Presse.</p>
<p>Allerdings: Was hat Ihre Firma, was Journalisten für hinreichend interessant zum Weitererzählen halten könnten?</p>
<p>Die Antwort ist banal: Sie müssen ein Thema anbieten, das Sie selber gerne in der Zeitung lesen, im Radio hören oder im Fernsehen sehen würden.</p>
<p>Machen wir einen kleinen Selbstversuch, um das besser zu verstehen.</p>
<p>Frage: Würden Sie mit Interesse in Ihrer Zeitung lesen wollen, dass der Frisör in ihrem Stadtviertel eine neue Schere hat? Ja oder Nein? Oder, Frage: Würden Sie in ihrem Lokalfernsehen sehen wollen, dass es ganz woanders heftig geregnet hat?</p>
<p>Genau: Interessieren würde Sie sowohl das eine als auch das andere dann, wenn es für Sie von Belang wäre. Wenn also der Regen ganz woanders bei Ihnen eine Überschwemmung verursachen könnte. Oder wenn jene Schere des Frisörs zum Beispiel Ihren Kindern endlich zu den Frisuren verhelfen könnte, die derzeit so total angesagt sind.</p>
<p>Themen, die Sie einer Redaktion anbieten, müssen also einen Bezug zu deren Lesern haben. Das war Grundregel 4. Wohlgemerkt: zu möglichst vielen Lesern, nicht nur zu Ihnen.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5579" title="Ziel ist, das Unternehmen mit den Journalisten zusammenzubringen. Das Foto zeigt ein Kunstwerk, gesehen am Stand der portugiesischen Firma Durapedra auf der Marmomacc 2009." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Die Kunst besteht nun darin, mit dem Blick der Journalisten das eigene Unternehmen zu durchstreifen. Ein Beispiel: Sie haben ein neues Bürogebäude gebaut und dafür viel Geld investiert. Aus Ihrer Sicht ist das einen Bericht wert.</p>
<p>Aber warum sollte das sonst jemand interessieren? Andersherum gefragt: Wann wäre es von Interesse für sonst jemand?</p>
<p>Antwort: zum Beispiel dann, wenn Sie das neue Gebäude ein wenig inszeniert hätten. Lassen Sie doch zur Eröffnung auf dem Vorplatz einen Bildhauer eine Skulptur erstellen. Am besten einen Bildhauer aus der Umgebung (denn wir reden vom Kontakt zur Lokalredaktion). Darüber würden die Journalisten berichten. Und dabei auch Sie und Ihre Firma erwähnen.</p>
<p>Mehr sollten Sie gar nicht wollen, weil Sie ohne große Kosten nicht mehr bekommen können.</p>
<p>Oder: Sollte das Gebäude eine Fertigungshalle sein, teilen Sie den Journalisten doch mit, dass Sie damit zusätzliche Arbeitsplätze schaffen und dass Sie nun neue Absatzmärkte ins Auge nehmen können, was wiederum den Standort stärkt.</p>
<p>Neben solchen Themen mit Bezug zur lokalen Wirtschaft springen die Journalisten gerne auf Soziales an. Zum Beispiel: die Pflasterung rund um die Sitzbänke im Park in Ihrem Ort ist ramponiert. Schaffen Sie sich eine Maschine an, mit der man die Reststücke Ihrer Unmaßplatten brechen kann und setzen Sie sich mit der Stadtverwaltung und dem Rentnerverein in Verbindung: Dann stellen Sie das Material und die Maschine, die Rentner brechen die Steine und das zuständige Amt verlegt das Pflaster (und übernimmt die Pflege).</p>
<p>Kindergärten sind ebenfalls fortwährend dankbare Zielgruppen für soziale Aktionen. Sortierspiele anhand der Oberfläche der Steine oder nach deren Aussehen sind fast kostenlos herzustellen. Es gilt der Satz: Wer an die Menschen heran will, sollte freundlich zu den Menschen sein.</p>
<p>Grundregel 5 fasst das Bisherige zusammen: Sorgen Sie dafür, dass Ihr Unternehmen in Ihrer Region im Gespräch bleibt. Künstlerische oder soziale Aktionen sind Möglichkeiten. Auch Umweltthemen gehen immer.</p>
<p>Ganz wichtig im Presse-Geschäft ist Glaubwürdigkeit, so Leitlinie 6. Erzählen Sie den Journalisten nicht etwas von sozialen Aktionen, die in Wirklichkeit keine sind. Bluffen Sie nicht mit angeblich zusätzlichen Arbeitsplätzen.</p>
<p>Damit gelingt es Ihnen vielleicht zwar, ein Mal in die Medien zu bekommen. Aber seien Sie sicher, dass Ihre Konkurrenten in den Redaktionen anrufen und dort gehörig Dampf machen.</p>
<p>Grundregel 7: Ganz wichtig im Kontakt zu Redaktionen ist professionelles Pressematerial. Pressemitteilungen schreiben ist wie Rechnungen schreiben: Achten Sie darauf, dass alle Fakten drin sind und alle auch stimmen. Machen Sie es den Journalisten leicht, keine Fehler zu machen.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5581" title="Die Zusammenarbeit mit den Medien führt, genauso wie der Einsatz neuer Maschinen, unweigerlich dazu, dass sich das Unternehmen verändert." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Zwei Aspekte noch. Stellen Sie sich darauf ein, dass ein erfolgreicher Kontakt zu den Medien Ihr Unternehmen positiv verändert, nämlich modernisiert. Das Beispiel von oben: wenn Ihr Unternehmen am neuen Pflaster im Stadtpark beteiligt war, schafft das unweigerlich ein Gemeinschaftsgefühl auch unter Ihren Mitarbeitern, um nur einen der vielen Aspekte von Corporate Social Responsibility (Unternehmerischer Verantwortung für das Gemeinwesen) zu nennen.</p>
<p>Deshalb und apropos Modernisierung: Wenn Sie schließlich den guten Draht in eine Redaktion haben, schauen Sie doch auch mal nach, wie Ihr Draht zu Ihren Mitarbeitern ist.</p>
<p>Die sind auf der lokalen Ebene die allerbesten Multiplikatoren für Ihre Botschaften.</p>
<p><img src="http://vg06.met.vgwort.de/na/0128a5504a8f47388d1a268b1051293e" width="1" height="1" alt=""></p>
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		<title>Márketing: Modernizarse y encargarse de que se hable de ello</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 05:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Marzo 2010) Cómo se lleva a cabo una campaña de comunicación exitosa en la industria de la piedra, y qué hay que evitar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5577" title="El contacto con los medios representa para muchas empresas la entrada en un mundo desconocido. Esta imagen muestra cómo se imaginaba un grabador alemán, sobre el año 1500, un elefante con guía a partir de descripciones de viajeros." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1-440x261.jpg" alt="" width="440" height="261" /></a>(Marzo 2010)</strong> Antes de entrar en el tema, vale la pena conocer una bonita historia: En 1985, cuando el tenista Boris Becker se hizo famoso en Alemania, un lector se quejaba en una carta a un diario: „Si pongo la radio oigo a Boris Becker, si miro la televisión veo a Boris Becker, si abro un periódico leo Boris Becker. Ya casi ni me atrevo a abrir una lata de conservas.“</p>
<p>Y con esto hemos presentado la Regla Básica #1 para un campaña de comunicación exitosa: ¡No exagere! Basta con aparecer en los medios de vez en cuando. Usted no es un político, ni una estrella, ni un famoso.</p>
<p>Por lo tanto, tampoco existe un interés público por usted o su empresa. Y aquí entra en juego la Regla Básica #2: es usted quien debe dirigirse a los periodistas.</p>
<p>Esto le resultará más fácil si sigue la Regla Básica #3: proporcione a los periodistas algo para contar, puesto que de ello vive la prensa.</p>
<p>Pero: ¿qué puede tener su empresa que resulte de interés para ser contado por los periodistas?</p>
<p>La respuesta es simple: tiene que ofrecer un tema, sobre el que a usted mismo le gustaría leer en el periódico o escuchar comentar en la radio o ver en la televisión.</p>
<p>Hagamos un pequeño experimento para entenderlo mejor.</p>
<p>Pregunta: ¿leería usted con interés un artículo en su periódico sobre las nuevas tijeras del peluquero de su barrio? ¿Sí o no? Otra pregunta: ¿querría ver en su canal de televisión local la noticia de que ha llovido mucho en algún otro sitio?</p>
<p>Exacto: una cosa u otra le interesarían en la medida en que fuesen importantes para usted. Es decir, si la lluvia en otro lugar pudiera ocasionar una inundación en su localidad; o si las nuevas tijeras pudieran servir para que sus hijos lucieran esos peinados que están tan de moda.</p>
<p>Los temas que surgen en una redacción tienen que ser de interés para sus lectores. Ésta era la Regla Básica #4. Por supuesto, de interés para el mayor número posible de lectores, no sólo para usted.</p>
<p>El truco está en observar atentamente la propia empresa con mirada de periodista. Un ejemplo: acaba usted de construir un nuevo edificio de oficinas, y ha invertido mucho dinero en ello. Desde su punto de vista, esta información es valiosa.</p>
<p>Pero, ¿porqué debería interesar a los demás?</p>
<p>O, dicho de otra forma, ¿cómo podría resultar interesante para los demás?</p>
<p>Respuesta: por ejemplo, si hace usted que el nuevo edifico se luzca un poco.  Encargue a un escultor una obra que se pueda colocar frente al edificio en el día de la inauguración. Mejor si se trata de un escultor local, ya que estamos intentando atraer a los medios locales. Los periodistas tendrían algo sobre lo que informar y mencionarían también a su empresa.</p>
<p>No hace falta que aspire a más, ya que tampoco conseguiría mucho más sin invertir grandes cantidades.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5579" title="El objetivo es conseguir un acercamiento entre la empresa y los medios. La imagen muestra una  obra de arte expuesta en el stand de la empresa portuguesa Durapedra en Marmomacc 2009" src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Otra posibilidad: si el nuevo edificio es una nave de producción, haga saber a los periodistas que va a crear nuevos puestos de trabajo y que podría dirigirse a nuevos clientes, algo que revitalizaría el mercado local.</p>
<p>Junto a temas relacionados con la economía local, los periodistas también suelen mostrar interés por temas sociales. Por ejemplo: el empedrado alrededor de los bancos del parque local está deteriorado. Consiga una máquina con la que pueda trocear los restos de sus losas de piedra y póngase en contacto con las autoridades locales y la asociación de pensionistas. Ponga el material y la maquinaria a disposición de los pensionistas para que troceen las losas,  y la autoridad local pueda colocar el empedrado y encargarse de su mantenimiento.</p>
<p>Las guarderías infantiles son también un grupo que agradece iniciativas de tipo social. Juegos de clasificación de las piedras, según el color de su superficie o su aspecto, se pueden „fabricar“ casi sin costes. En suma: quien quiere llegar a las personas tiene que ser amable con ellas.</p>
<p>La Regla Básica #5 resume lo anterior: encárguese de que su empresa entable diálogos a nivel local. Una posibilidad son las iniciativas artísticas o sociales. También los temas medioambientales suelen generar interés.</p>
<p>Un factor muy importante en el trato con la prensa es la credibilidad, ésta es la Regla Básica #6. No cuente a los periodistas algo sobre actividades sociales que, en realidad, no lo son; ni se marque un farol con falsos nuevos puestos de trabajo.</p>
<p>Quizá con eso consiga aparecer alguna vez en los medios; pero puede estar seguro que sus competidores contactarán a la redacción para crear presión.</p>
<p>Regla Básica #7: algo también muy importante en el contacto con redacciones es disponer de un material de prensa profesional. Escribir comunicados de prensa es como escribir facturas: asegúrese de que todo lo que quiere decir está expuesto y correctamente descrito. Póngaselo fácil a los periodistas para que no cometan ningún error.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5581" title="La colaboración con los medios de comunicación, al igual que el uso de nueva maquinaria, conduce a un cambio en las empresas." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Dos aspectos más: hágase a la idea de que tener éxito en el contacto afecta de forma positiva a su empresa, la moderniza. Tomando el ejemplo mencionado más arriba: si su empresa se implica en la remodelación del empedrado del parque, se crea un indiscutible sentimiento de pertenencia también entre sus empleados, por mencionar sólo uno de los muchos beneficios de la Corporate Social Responsibility (responsabilidad social corporativa).</p>
<p>Por ello, y al hilo de la modernización: una vez haya conseguido „conectar“ con el equipo de una redacción, examine también qué tal andan las „conexiones“ con sus empleados, ya que ellos son los mejores portadores de sus mensajes a nivel local.</p>
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		<title>Marketing: essere moderni e fare in modo che di questo si parli</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 05:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivio]]></category>
		<category><![CDATA[Italiano]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[aktuell]]></category>

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		<description><![CDATA[(Marzo 2010) Come si può svolgere con successo una campagna stampa per una ditta del settore delle pietre. E quali sono le cose da evitare]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5577" title="Il contatto con i media è per tante aziende un avventurarsi in un mondo sconosciuto. La nostra immagine mostra come un calcografo tedesco si immaginava, secondo gli articoli di viaggio, intorno al 1500 un elefante con guida." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb1-440x261.jpg" alt="" width="440" height="261" /></a>(Marzo 2010)</strong> Prendiamoci un attimo di tempo per una bella storia prima di immergerci nel tema: quando dopo il 1985 il tennista Boris Becker diventò famoso in Germania, un lettore si è lamentato con una lettera inviata ad una rivista: „Quando accendo la radio sento Boris Becker! Quando guardo la televisione, vedo Boris Becker, quando apro il giornale leggo Boris Becker. Quasi quasi mi manca il coraggio di aprire una scatola di cibo.“</p>
<p>E con questo abbiamo già nominato la regola di base numero 1 per una campagna di successo con la stampa: non esageri! E’ sufficiente apparire di tempo in tempo nei media. Non siete nè un politico nè una stella o un Vip.</p>
<p>Di conseguenza non c’è un interesse pubblico per lei e o per la sua azienda e per questo motivo entra subito in gioco la regola di base numero 2: Lei deve avvicinare i giornalisti.</p>
<p>Questo avrà successo se seguite la regola base numero 3: date ai giornalisti qualcosa da trasmettere, perché è di questo che vive la stampa.</p>
<p>Però: che cosa ha la vostra impresa che i giornalisti potrebbero trovare molto interessante da trasmettere ad altri?</p>
<p>La risposta è banale: dovete offrire un argomento che piacerebbe a voi stessi leggere sul giornale, ascoltare alla radio o vedere in TV.</p>
<p>Facciamo un piccolo esperimento con noi stessi, per comprendere meglio questo concetto.</p>
<p>Domanda: leggereste con interesse sul giornale locale che il parrucchiere del vostro quartiere ha delle forbici nuove? Si o no? Oppure, domanda: vi piacerebbe vedere nella vostra TV locale che da qualche altra parte è piovuto fortemente?</p>
<p>Esatto: vi interesserebbe sia l’uno che l’altro argomento soltanto se fosse collegato a voi. Per esempio se la pioggia caduta altrove potrebbe causare un’alluvione da voi. O se le forbici del parrucchiere potrebbero aiutare i vostri figli ad avere, finalmente, il taglio di capelli all’ultima moda.</p>
<p>Temi che offrite ad una redazione devono avere quindi un collegamento con i loro lettori. Questa era la regola di base numero 4. Nota bene: possibilmente verso tanti lettori, non solo verso di voi.</p>
<p>L’arte sta nel passare la propria impresa con lo sguardo dei giornalisti. Un esempio: avete comprato un nuovo edificio per gli uffici e avete investito tanto denaro per questo. Dal vostro punto di vista vale la pena di scrivere un articolo.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5579" title="Si mira a fare incontrare l’impresa con i giornalisti. La foto mostra un’opera d’arte, vista al padiglione della ditta portoghese Durapedra durante la Marmomacc 2009." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb2-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Ma per quale motivo dovrebbe essere interessante per qualcun altro? Poniamo la domanda diversamente: in quale caso potrebbe essere di interesse per qualcun’altro?</p>
<p>Risposta: per esempio se avesse messo un po’ in scena il nuovo edificio. Perché non fate fare una scultura sul piazzale da uno scultore in occasione dell’inaugurazione? Ancora meglio se è uno scultore locale (perché stiamo parlando del contatto con la redazione locale). In questo caso i giornalisti scriverebbero nominando anche lei e la sua impresa.</p>
<p>Di più non dovrebbe neanche desiderare, perchè non può ottenere di più senza grosse spese.</p>
<p>Oppure: se l’edificio dovesse essere un capannone produttivo comunichi ai giornalisti che state creando nuovi posti di lavoro e che potete mirare ora a mercati nuovi di riferimento, cosa che rinforza a sua volta il posto.</p>
<p>Oltre a questi temi con riferimento all’economia locale, i giornalisti amano gli argomenti sociali. Per esempio: la pavimentazione intorno alle panchine del parco del vostro paese è rovinata. Acquistate un macchinario per spaccare gli scarti delle vostre lastre e mettetevi in contatto con l’amministrazione comunale e con il circolo degli anziani: poi voi mettete a disposizione il materiale e il macchinario, i pensionati spaccano le pietre e l’ente competente posa il materiale (e si occupa della manutenzione).</p>
<p>Anche le scuole materne sono sempre volentieri un gruppo di mira per azioni sociali. Giochi di associazione basati sulla superficie delle pietre o in base al loro aspetto possono essere prodotti quasi gratuitamente. E’ valida la frase: chi vuole avvicinarsi alle persone, dovrebbe essere gentile con esse.</p>
<p>La regola base numero 5 riassume quanto sopra: fate in modo che si parli della vostra impresa nel luogo di ubicazione. Azioni artistiche e sociali sono delle possibilità. Anche temi ambientali vanno sempre bene.</p>
<p>Molto importante per il lavoro con la stampa è la credibilità, questa è la linea guida 6. Non raccontate ai giornalisti qualcosa di azioni sociali che non lo sono in realtà. Non bluffate con posti di lavoro aggiuntivi fasulli.</p>
<p>Facendolo, può anche darsi che riusciate ad inserirvi nei media. Ma state sicuri che i vostri concorrenti chiameranno le redazioni e alzeranno un bel polverone.</p>
<p>Regola base numero 7: molto importante per il contatto con le redazioni è anche il materiale professionale per la stampa. Scrivere dei comunicati stampa è come scrivere delle fatture: state attenti che ci sono tutti i fatti e che sono tutti corretti. Rendetelo facile ai giornalisti a non fare degli errori.</p>
<p><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5581" title="La collaborazione con i media porta, così come anche  l’utilizzo di macchinari nuovi, inevitabilmente ad un cambiamento dell’azienda." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Big_Pressearb031-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Altri due aspetti. Aspettatevi che un contatto di successo con i media cambia la vostra impresa in modo positivo, ciò la modernizzerà. L’esempio di prima: se la vostra impresa era coinvolta nella pavimentazione nuova del parco cittadino, questo creerà inevitabilmente una sensazione di appartenenza anche tra i vostri collaboratori, per nominare solo uno dei tanti aspetti della Corporate Social Responsibility (responsabilità imprenditoriale per la collettività).</p>
<p>Per questo e a proposito di modernizzazione: quando avrete infine il buon rapporto con una redazione guardate anche come è il vostro contatto con i vostri collaboratori. Loro sono i moltiplicatori migliori, a livello locale, per i vostri messaggi.</p>
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		<title>Architektur: „Steinbruch in der Fassade“</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 04:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architektur]]></category>
		<category><![CDATA[Archiv]]></category>
		<category><![CDATA[Deutsch]]></category>
		<category><![CDATA[aktuell]]></category>

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		<description><![CDATA[(März 2010) Dänische Architekten bauen einer großen Anwaltskanzlei in Kopenhagen einen sehenswerten Hauptsitz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5572" title="Hauptsitz der Horten-Anwaltskanzlei." src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1-440x273.jpg" alt="" width="440" height="273" /></a>(März 2010)</strong> Manche Fassaden haben etwas Magisches: den zufälligen Passanten lassen sie zunächst innehalten und danach um das ganze Bauwerk herumgehen, bis er sich schließlich traut und den Pförtner anfragt, ob er denn vielleicht auch einen Blick in die Räume hinter der Außenhaut werfen dürfe.</p>
<p>So ist es bei dem neuen Hauptsitz der großen Anwaltskanzlei Horten in der dänischen Hauptstadt Kopenhagen. Dort hat das Architekturbüro 3XN auf zwei Seiten des Gebäudes verwirrende Vorsprünge von oben nach unten über die Fassade gelegt.</p>
<p>Das ungewöhnliche Arrangement ist, in zwei Himmelsrichtungen zumindest, nicht nur Dekoration, sondern hat eine Funktion: Die Vorsprünge sind in Wirklichkeit Fenstererker, die in Richtung Norden so ausgerichtet sind, dass sie für das Sonnenlicht weit offen stehen. Zusätzlich dazu geben sie dabei einen optimalen Blick auf das Wasser des ehemaligen Hafengeländes frei.</p>
<p>Auf der Südseite hingegen sind sie gegenüber der Sonne verschlossen und verhindern so im Sommer eine Überhitzung der Räume.</p>
<p>„Die Fassade ist nach Norden offen und geschlossen nach Süden“, erläutert Lise Roland Johansen von Architekturbüro das Konzept, „Ziel war auch, ohne Schattenelemente auszukommen.“</p>
<p>Der Leser ahnt: Energiesparendes Bauen lautete die Zielsetzung. Dafür gaben die Architekten der Fassade eine innovative Technologie mit: die Sandwichdämmung besteht aus Fiberglas plus dickem Schaum und obendrauf 3,5 cm Travertin.</p>
<p>Kehren wir zu unserem Passanten zurück, der sich die ungleich geschnittenen Innenräume angeschaut hat und nun, wieder draußen, seinen Blick über die zahlreichen Winkel und Schrägen in der Fassade gleiten lässt. „Travertin drückt eigentlich Gewicht und Monumentalität aus und ist insofern ein klassisches Material für eine Rechtsfirma“, erläutert Lise Johansen die Gestaltungsidee mit den Steinplatten, „diesen Ausdruck wollten wir ein wenig in Richtung eines Steinbruchs verkehren.“</p>
<p>Eine heimliche Spielerei verbirgt sich auch im Namen des Architekturbüros: ursprünglich gründeten drei Leute mit Namen Nielsen die Firma, und nachdem es heute nur noch einen von ihnen in dem Unternehmen gebe, habe man sich die neue Bezeichnung 3XN „als Bezug zu den alten und gleichzeitig als Ausdruck der neuen Zeiten“ zugelegt, so Lise.</p>
<p>Der Stein wurde von der italienischen Firma Focus Marble International geliefert. Ausgeführt wurden die Arbeiten von dem dänischen Unternehmen E. Pihl &amp; Søn.</p>
<p><a href="http://www.3xn.dk" target="_blank" class="liexternal">3XN </a></p>
<p><a href="http://angelobo.altervista.org/" target="_blank" class="liexternal">Focus Marble International </a></p>
<p><a href="http://www.pihl-as.com" target="_blank" class="liexternal">E. Pihl &amp; Søn </a></p>
<p>Fotos: <a href="http://www.adammork.com" target="_blank" class="liexternal">Adam Mørk</a></p>

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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_dt/horten2.jpg" title="Detail der Nordfassade."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_dt/horten6.jpg" title="Treppenaufgang im Inneren."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_dt/horten7.jpg" title="Horten-Anwaltskanzlei bei Nacht."  >
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		<title>Arquitectura: „Una cantera en la fachada“</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 04:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Archivo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Español]]></category>
		<category><![CDATA[aktuell]]></category>

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		<description><![CDATA[(Marzo 2010) Arquitectos daneses crean una vistosa sede en Copenhague para un gran despacho de abogados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5572" title="Sede del despacho de abogados Horten. " src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1-440x273.jpg" alt="" width="440" height="273" /></a>(Marzo 2010)</strong> Algunas fachadas tienen algo mágico: el transeúnte se detiene, pasea alrededor del edificio y, finalmente, se atreve a dirigirse al portero y pedirle permiso para visitar el interior.</p>
<p>Así ocurre con la nueva sede del gran despacho de abogados Horten en la capital danesa, Copenhague. Allí, el equipo de arquitectos de 3XN ha colocado unos desconcertantes salientes en la fachada, desde arriba hacia abajo, en dos lados del edificio.</p>
<p>Este inusual acabado, además de ser decorativo,  cumple también una función, por lo menos en dos puntos cardinales:  los salientes son, en realidad, ventanas saledizas situadas de tal forma que toman todo el sol que se recibe desde el norte. Además, ofrecen una magnífica vista sobre el agua del antiguo terreno portuario.</p>
<p>En la fachada sur, por el contrario, están colocadas de espaldas al sol, para impedir el exceso de calor en el interior durante el verano.</p>
<p>„La fachada está abierta al norte y cerrada al sur“, así explica el concepto Lise Roland Johansen, del despacho de arquitectos. „El objetivo era también evitar la necesidad de elementos que creasen sombra“.</p>
<p>Y, como el lector probablemente intuye, también hay un objetivo medioambiental. Para conseguir una construcción que ahorrase energía se hizo uso de una tecnología innovadora en la fachada: los paneles-sandwich que aíslan la fachada se componen de fibra óptica, una gruesa capa de espuma, y una placa de 3,5 cm de travertino.</p>
<p>Pero volvamos a nuestro transeúnte, que ha estado observando los irregulares espacios interiores y ahora, otra vez fuera del edificio, pasea su mirada por los numerosos ángulos y bordes de la fachada. „El travertino es una piedra clásica que expresa peso y monumentalidad, y que se ajusta, por lo tanto, a la imagen de un despacho legal“, explica Lise Johansen sobre la idea de decorar la fachada con placas de esta piedra, „y fue un reto utilizarlo para expresar algo distinto: nuestra fachada tiene más bien el aspecto de una cantera, y la textura del travertino enfatiza esa imagen“.</p>
<p>El nombre del despacho de arquitectos oculta un juego de palabras: la empresa fue fundada por tres personas con el apellido Nielsen. Actualmente, sólo queda uno de ellos, por lo que 3XN „se refiere al pasado y también es una expresión de los nuevos tiempos“.</p>
<p>La piedra fue suministrada por la empresa italiana Focus Marble International. De la construcción se encargó la empresa danesa E. Pihl &amp; Søn.</p>
<p><a href="http://www.3xn.dk" target="_blank" class="liexternal">3XN</a></p>
<p><a href="http://angelobo.altervista.org/" target="_blank" class="liexternal">Focus Marble International </a></p>
<p><a href="http://www.pihl-as.com" target="_blank" class="liexternal">E. Pihl &amp; Søn </a></p>
<p>Fotos: <a href="http://www.adammork.com" target="_blank" class="liexternal">Adam Mørk </a></p>

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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_es/horten2.jpg" title="Detalle de la fachada norte."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_es/horten5.jpg" title="Interior de una oficina."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_es/horten6.jpg" title="Escalera en el interior."  >
								<img title="horten6" alt="horten6" src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_es/thumbs/thumbs_horten6.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_es/horten7.jpg" title="Vista nocturna del despacho de abogados Horten."  >
								<img title="horten7" alt="horten7" src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_es/thumbs/thumbs_horten7.jpg" width="130" height="130" />
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		<title>Arquitetura: „Pedreira na fachada“</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 04:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>
		<category><![CDATA[aktuell]]></category>

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		<description><![CDATA[(Março 2010) Arquitetos dinamarqueses constroem vistosa sede central para grande escritório de advocacia em Copenhague]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5572" title="Sede central do escritório de advocacia Horten. " src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1-440x273.jpg" alt="" width="440" height="273" /></a>(Março 2010)</strong> Algumas fachadas têm algo mágico: os eventuais passantes primeiro deixam-se reter por um momento e depois contornam o prédio inteiro, até que por fim se encorajam e perguntam ao porteiro se seria possível observar também o interior.</p>
<p>Assim acontece com a nova sede do grande escritório Horten de advocacia na capital dinamarquesa, Copenhague. Ali o escritório de arquitetura 3XN desenvolveu  em duas faces laterais do prédio estonteantes saliências escalonadas de cima a baixo sobre a fachada.</p>
<p>Em pelo menos duas direções, esse arranjo incomum não é apenas decoração, mas desempenha uma função: as saliências na verdade funcionam como bay windows, ou janelas salientes, que se projetam para o norte de modo a aproveitarem melhor a luz solar. Adicionalmente, oferecem uma vista privilegiada sobre as águas da antiga zona portuária.</p>
<p>Do lado sul, ao contrário, elas encontram-se de costas para o sol, evitando com isso um superaquecimento da sala durante o verão.</p>
<p>„A fachada está aberta para o norte e fechada para o sul”, esclarece Lise Roland Johansen, do escritório de arquitetura, „o objetivo era também evitar elementos para proteção solar”.</p>
<p>O leitor atento intui: o objetivo era a construção energeticamente auto-sustentável. Para isso os arquitetos conceberam na fachada um recurso inovador: o isolamento térmico consiste em um sanduíche de fibra de vidro com espuma espessa e sobre isso mármore Travertino com 3,5 cm de espessura.</p>
<p>Voltando ao passante hipotético, que observou as salas internas, dispostas assimetricamente, e posteriormente do lado de fora contempla os vários ângulos e reentrâncias da fachada. „Mármore Travertino é uma pedra que expressa peso e monumentalidade e assim se constitui num material clássico para empresas de advocacia. Por isso foi um desafio utilizá-lo em uma proposta diferente: nossa fachada se parece mais com uma pedreira e a textura do Travertino enfatiza isso”,  explica Lise Johansen.</p>
<p>Uma piada interna encobre o nome desse escritório: originalmente os fundadores foram três arquitetos de sobrenome Nielsen; como apenas um deles permaneceu no negócio, foi escolhido o acrônimo 3XN como nova designação, „referindo-se ao passado mas ao mesmo tempo sinalizando novos tempos”, revela Lise.</p>
<p>As pedras foram fornecidas pela empresa italiana Focus Marble International. A construção foi realizada pela empresa dinamarquesa E. Pihl &amp; Søn.</p>
<p><a href="http://www.3xn.dk" target="_blank" class="liexternal">3XN </a></p>
<p><a href="http://angelobo.altervista.org/" target="_blank" class="liexternal">Focus Marble International</a></p>
<p><a href="http://www.pihl-as.com" target="_blank" class="liexternal">E. Pihl &amp; Søn</a></p>
<p>Fotos: <a href="http://www.adammork.com" target="_blank" class="liexternal">Adam Mørk </a></p>

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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/horten2.jpg" title="Detalhe da fachada norte."  >
								<img title="horten2" alt="horten2" src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/thumbs/thumbs_horten2.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/horten3.jpg" title="Detalhe da fachada norte."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/horten4.jpg" title="Detalhe da fachada sul."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/horten5.jpg" title="Interior dum escritório."  >
								<img title="horten5" alt="horten5" src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/thumbs/thumbs_horten5.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/horten6.jpg" title="Escada interna."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_pt/horten7.jpg" title="Vista noturna do escritório Horten."  >
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		<title>Architettura: „Cava nella facciata“</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 04:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architettura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivio]]></category>
		<category><![CDATA[Italiano]]></category>
		<category><![CDATA[aktuell]]></category>

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		<description><![CDATA[(Marzo 2010) Architetti danesi costruiscono una sede centrale notevole a Copenhagen per un grande studio legale]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5572" title="Sede principale dello studio legale Horten. " src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1-440x273.jpg" alt="" width="440" height="273" /></a>(Marzo 2010)</strong> Alcune facciate hanno un fascino magico: fanno prima sostare il passante casuale, poi gli fanno fare tutto il giro dell’edificio fino a quando acquista, forse, la fiducia per chiedere al portinaio se potrebbe, magari, gettare anche uno sguardo negli spazi dietro l’involucro esterno.</p>
<p>Così è nel caso della nuova sede centrale del grande studio legale Horten, nella capitale danese Copenhagen. Lì lo studio di architettura 3XN ha disposto delle protuberanze che confondono l’osservatore su due lati dell’edificio, da sopra a sotto sulla facciata.</p>
<p>La disposizione particolare non è solo decorazione, almeno quelli diretti verso due dei punti cardinali, ma hanno una funzione: le protuberanze sono in realtà delle finestre a bovindo che sono indirizzate in direzione nord in modo che sono ampiamente aperte per la luce del sole. Oltre a questo offrono una vista ottimale verso l’acqua dell’ex area portuale.</p>
<p>Sul lato sud, invece, sono chiuse verso il sole evitando così un surriscaldamento delle stanze in estate.</p>
<p>„La facciata è aperta verso nord e chiusa verso sud“, spiega il concetto Lise Roland Johansen dello studio di architettura, „anche per evitare l’utilizzo di elementi ombreggianti”</p>
<p>Il lettore immagina: si mirava a costruire a risparmio energetico. Per questo gli architetti hanno applicato alla facciata una tecnologia innovativa: l’isolamento a sandwich, che consiste in una fibra di vetro più schiuma grossa e sopra 3,5 cm di Travertino.</p>
<p>Torniamo dal nostro passante che ha osservato gli spazi interni tagliati in modo irregolare e lascia scivolare ora, di nuovo, fuori all’esterno, il suo sguardo sui vari angoli e tagli fuori squadra della facciata. „Il Travertino esprime in teoria peso e monumentalità ed è per questo un materiale classico per una ditta di legge“, Lise Johansen spiega l’idea creativa con le lastre di pietra, „a questa espressione volevamo dare un po’ l’espressione di una cava e la struttura del Travertino evidenzia questo.“</p>
<p>Un gioco di parole si nasconde anche nel nome dello studio di architettura: originariamente la ditta è stata fondata da tre persone di cognome Nielsen, e visto che ora ne è rimasto uno solo di loro in azienda si è voluto dare la nuova denominazione 3XN „come riferimento ai vecchi tempi e contemporaneamente come allusione a tempi nuovi.”</p>
<p>La pietra è stata fornita dalla ditta italiana Focus Marble International. I lavori sono stati eseguiti dalla impresa danese E. Pihl &amp; Søn.</p>
<p><a href="http://www.3xn.dk" target="_blank" class="liexternal">3XN </a></p>
<p><a href="http://angelobo.altervista.org/" target="_blank" class="liexternal">Focus Marble International </a></p>
<p><a href="http://www.pihl-as.com" target="_blank" class="liexternal">E. Pihl &amp; Søn </a></p>
<p>Foto: <a href="http://www.adammork.com" target="_blank" class="liexternal">Adam Mørk </a></p>

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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_it/horten2.jpg" title="Dettaglio della facciata nord."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_it/horten3.jpg" title="Dettaglio della facciata nord."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_it/horten4.jpg" title="Dettaglio della facciata sud."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_it/horten5.jpg" title="Interni di un ufficio."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_it/horten6.jpg" title="Scala nell’interno."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_it/horten7.jpg" title="Studio legale Horten di notte."  >
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		<title>Architecture: „Quarry in the Facade“</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 04:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Archives]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[aktuell]]></category>

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		<description><![CDATA[(March 2010) Danish Architects are building lawyers' head office worth seeing in Copenhagen]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5572" title="Head office of Horten Law Firm. " src="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Horten1-440x273.jpg" alt="" width="440" height="273" /></a>(March 2010)</strong> Some façades have something magical about them: random passers-by find themselves stopping and admiring the building, then walking all around it before finally daring to ask the concierge, if it might be possible to steal a glance at the interior &#8211; at the secrets which lie beneath the outer skin.</p>
<p>This is precisely the case for the Horten Law Firm in Copenhagen where 3XN Architects integrated seemingly chaotic protrusions up and down the façade.</p>
<p>The unusual arrangement is not merely decorative. In reality the protrusions are bay windows catching the maximum sunlight to the north and opening to a splendid view of the water and the former port.</p>
<p>To the south, they protect from the sun and prevent the rooms from overheating.</p>
<p>The façade opens „up to the north and closes towards south, in order to prevent the need for solar shading“, says Lise Roland Johansen, responsible for communication in the company.</p>
<p>Readers may have guessed: this is all about energy conservation. To this end, the architects worked with innovative technology of sandwich insulation comprised of fibreglass and foam covered by 3.5 cm-thick travertine.</p>
<p>Let us return to our passer-by, who has, by now, completed his tour of the interior and back outside guides his view along the many nooks and crannies in the façade. „The travertine is a classic stone that expresses weight and monumentality, a classic for a law firm“, according to Lise, „so it was a challenge to use it for a different expression: Our façade rather has the expression of a quarry and the texture of the travertine emphasizes that.“</p>
<p>Playfulness is also reflected in the name of the architects: originally three architects by the name of Nielsen founded the firm. „Now only one Nielsen remains, and thus we decided to change the name into the 3XN ,acronym’ – still referring to the original name but also signalling new times“, says Lise.</p>
<p>The stone originates form the Italian Focus Marble International Company, construction by the Danish E. Pihl &amp; Søn Company.</p>
<p><a href="http://www.3xn.dk" target="_blank" class="liexternal">3XN </a></p>
<p><a href="http://angelobo.altervista.org/" target="_blank" class="liexternal">Focus Marble International </a></p>
<p><a href="http://www.pihl-as.com" target="_blank" class="liexternal">E. Pihl &amp; Søn</a></p>
<p>Photos: <a href="http://www.adammork.com" target="_blank" class="liexternal">Adam Mørk </a></p>

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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_en/horten4.jpg" title="Detail of the South facade."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_en/horten6.jpg" title="Staircase in the building."  >
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			<a href="http://www.businessstone.com/wordpress/wp-content/gallery/horten_en/horten7.jpg" title="Horten Law Firm at night."  >
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