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	<title>www.stone-ideas.com &#187; Arquitetura</title>
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		<title>Arquitetura: Show room ao ar livre na fachada</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 03:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[newsletter]]></category>

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		<description><![CDATA[(Fevereiro 2012) Empresa suíça de rochas mostra seu gnaisse em estado bruto e beneficiado em um prédio moderno]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16788" title="„In Cava“. " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava1-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a></strong></p>
<p><strong>(Fevereiro 2012)</strong> „In Cava“ (Na Pedreira) é o nome incomum que os envolvidos no projeto deram ao prédio. Sobre isso há uma história anterior. Quando o proprietário, a empresa de rochas Alfredo Polti, visitava uma de suas pedreiras (Calanca-Gnaisse)com o arquiteto contratado, José Stefanini, do JS Studio, ao passar pelos resíduos de um beneficiamento de rochas o arquiteto exclamou: „É exatamente esse pedaço que devemos utilizar“.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava2.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16789" title="„In Cava“. " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava2-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a></p>
<p>O objetivo do passeio pela pedreira era achar uma arquitetura para a sede da empresa em Roveredo, na parte italiana da Suíça. Algo que dissesse ao observador que por ali passasse muito sobre o material: que aquilo provinha da montanha em blocos volumosos, que o trabalho de beneficiamento era árduo, e o muito do que se poderia fazer com aquilo&#8230; Por isso, de frente para a rua principal, saltam dos dois últimos andares da fachada do prédio três blocos desproporcionalmente grandes. A relação entre seus comprimentos e larguras foi dada pelo estado bruto das rochas.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava3.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16790" title="„In Cava“. " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava3-440x294.jpg" alt="" width="440" height="294" /></a></p>
<p>No térreo a empresa Polti tem 3 depósitos. No andar acima encontram-se 3 escritórios e sobre estes mais três apartamentos. Os blocos que os precedem na fachada tornam a área interna de ambos escritórios 1,2 m² maior. No „bloco“ do meio encontram-se 2 janelas.</p>
<p>Esse tipo de revestimento de fachada apresentou diversos desafios. Afinal a rocha acrescenta no total mais 40 t de peso à estrutura – a placa maior mede 200 cm x 76,7 cm com 18 cm de espessura, somando quase 450 kg. O arquiteto desenvolveu ancoramentos especiais, nos quais o ferro necessário para o pesou, sozinho, 4,5 t.</p>

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<p>Como blocos grossos quase sempre se parecem a monstros monolíticos, ali as placas foram ordenadas uma a uma, de modo que deles emerge um tanto de movimento e desordem. Outro desafio extra foi a canalização da água da chuva em dias de grandes tormentas.</p>
<p>E era isso sobre a apresentação do gnaisse em forma de bloco bruto natural nesse show room ao ar livre.</p>
<p>Nas outras faces do prédio também se encontram ainda em processo de beneficiamento, por exemplo, serras de diamante nas alvenarias das janelas. Em um dos seus lados também há uma alta parede com amostras de 12 tipos diferentes de beneficiamento daquela rocha.</p>
<p>E por fim: naquele entorno encontra-se no chão um jardim de pedras com placas do material jateado.</p>
<p>Dentro daqueles aposentos foi aplicado no piso o Calanca Gnaisse em tratamento amaciado.</p>
<p><a href="http://www.alfredopolti.ch" target="_blank" class="liexternal">Alfredo Polti </a></p>
<p><a href="http://www.jsstudio.ch" target="_blank" class="liexternal">JS Studio </a></p>
<p>Fotos: <a href="http://www.fotoateliermattei.ch" target="_blank" class="liexternal">Fotoatelier Franco Mattei</a> / Alfredo Polti</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava7.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16791" title="„In Cava“. " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava7-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a></p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava8.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16792" title="„In Cava“. " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/In-Cava8-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arquitetura: Mística na nave da Igreja</title>
		<link>http://www.stone-ideas.com/2012/01/13/arquitetura-mistica-na-nave-da-igreja/</link>
		<comments>http://www.stone-ideas.com/2012/01/13/arquitetura-mistica-na-nave-da-igreja/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 04:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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		<description><![CDATA[(Janeiro 2012) Um platô de mármore sobre um altar na França, um mausoléu aberto em Portugal e um centro de fé em Israel ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16594" title="Melle, Département Deux-Sèvres, France." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-1-440x276.jpg" alt="" width="440" height="276" /></a>(Janeiro 2012)</strong> Um altar do gênero possivelmente não se verá em nenhuma outra igreja cristã do mundo. Em Melle, no departamento francês de Deux-Sèvres, o arquiteto Mathieu Lehanneur colocou o altar e o púlpito em um platô de mármore e escavou dentro desse a pia batismal.</p>
<p>Com isso ele buscou um efeito místico: de um lado o bloco de rocha deve despertar a impressão de que essa área já estivesse no local antes da velha igreja, como se – tal como a fé – fosse proveniente do início do mundo. Por outro lado, o platô quer refletir o fato de que antigamente, quando o estilo dominante das igrejas ainda era românico, as pessoas davam extrema importância à energia telúrica das rochas e dos terrenos na hora de decidir onde exatamente construir um templo. Esses conceitos são explicados em um comunicado de imprensa.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-2.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16595" title="Melle, Département Deux-Sèvres, France." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-2-440x324.jpg" alt="" width="440" height="324" /></a></p>
<p>A superfície do pódio mede 32 m². As placas de mármore tem espessura de 15 mm e largura de 50 cm, coladas umas às outras sobre uma base de concreto. Foi importante que o pódio não se ligasse fisicamente às colunas ou paredes. Só assim foi possível obter o consentimento da Unesco para a reforma, visto que a igreja é tombada como patrimônio cultural da humanidade; o coro, onde está localizado o pódio, foi construído no ano 1090.</p>
<p>Bastante incomum para uma igreja católica é a pia batismal, que está escavada no pódio.</p>
<p>O mármore veio da Namíbia e for cortado em placas em Carrara. Os acabamentos foram feitos pela empresa Brocatelle, de Lyon. Dois outros tipos de rochas dominam o templo: o alabastro colorido no altar e púlpito e o calcário nas paredes históricas.<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-4.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16653" title="Melle, Département Deux-Sèvres, France." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-4-431x500.jpg" alt="" width="431" height="500" /></a></p>
<p>O design rendeu muitas discussões. As críticas iam desde a praticidade, sobre os perigos de os padres ou ministros caírem nessa grande pia batismal, até a observação de que um sacerdote, em tal ambiente, se pareceria mais com Obi Wan Kenobi, do filme Guerra nas Estrelas.</p>

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<p><a href="http://www.mathieulehanneur.fr/" target="_blank" class="liexternal">Mathieu Lehanneur</a></p>
<p><a href="http://www.brocatelle.eu/" target="_blank" class="liexternal">Brocatelle </a></p>
<p>Fotos: <a href="http://felipe-ribon.com" target="_blank" class="liexternal">Felipe Ribon </a></p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-7.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16597" title="„Sepulchral Void“." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-7-440x330.jpg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p><strong>Mausoléus são normalmente pequenas construções</strong> que devem informar sobre a riqueza e importância de uma família e também manter o clã invisível para o entorno. No entanto, o conceito realizado pelo arquiteto português Pedro Dias para um jazigo de família na Serra do Açor é bastante diferente disso: trata-se de um cubo aberto, o qual durante um funeral deseja permitir a participação de tantos quantos estejam por ali e também convidar amigos e parentes a visitar o local posteriormente. O arquiteto fala de um „Sepulchral Void“ (aproximadamente: vazio sepulcral) e com isso quer dizer que, através dessa abertura, deve se tornar mais evidente a ausência do falecido.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-8.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16598" title="„Sepulchral Void“." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-8-440x330.jpg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p>O assento no centro do cubo desempenha papel central nessa concepção: durante o funeral ele serve de apoio para colocação do sarcófago e mais tarde de local para meditação ou lembrança do falecido. A passagem entre vida e morte está simbolizada pela vista aberta sobre a larga paisagem e também pela diferença de materiais nas paredes das lápides familiares: por fora elas apresentam faixas de granito claro e escuro e dentro estão largas placas de metais nobres.</p>

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<p>O mausoléu é pré-montado na fábrica e instalado através de guindastes. Depois as paredes são preenchidas com concreto e revestidas. Ele oferece lugar para oito sarcófagos.</p>
<p><a href="http://pedrodias-arquitecto.blogspot.com/2010/12/jazigo-de-familia-na-serra-do-acor.html" target="_blank" class="liexternal">Pedro Dias </a></p>
<p>Fotos: Pedro Dias</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-13.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16599" title="http://pedrodias-arquitecto.blogspot.com/2010/12/jazigo-de-familia-na-serra-do-acor.html" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Religion1-13-440x330.jpg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p><strong>O material dominante no Domus Galilaeae</strong> em Israel é o arenito cinzento. Fornecido pela empresa Il Casone e foi aplicado, entre outros locais, no piso interno e externo, assim como também nas paredes. As placas têm apenas um pequeno número de tamanhos, de modo a conferir grande tranquilidade à instalação, de modo que o visitante possa se concentrar no mais importante, informa uma descrição.</p>
<p>O importante ali é a contemplação, pois o Domus Galilaeae é um centro da Igreja Católica na Terra Santa. Ali os padres devem sentir a magia da fé antes de serem consagrados. A instalação fica acima do lago Tiberias, onde Cristo um dia proferiu o sermão da montanha e multiplicou pão e peixe. Os grupos de figuras na capela circular mostram ele com jovens.</p>
<p><a href="http://www.ilcasone.it/web/realizzazioni_scheda.php?valo=e_5_291" target="_blank" class="liexternal">Il Casone </a></p>
<p><a href="http://www.domusgalilaeae.org/" target="_blank" class="liexternal">Domus Galilaeae</a></p>
<p>Fotos: Carlo Marin / Il Casone</p>

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		<title>Arquitetura: Trapézios e retângulos sobre vidro</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 03:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Janeiro 2012) Na fachada do Amazon Court em Praga os arquitetos brincaram como formas geométricas e diferentes superfícies de rochas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16487" title="Amazon Court, Prague." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court1-440x330.jpg" alt="" width="440" height="330" /></a>(Janeiro 2012)</strong> Nessa composição de fachada a geometria confere ao prédio um rosto inconfundível: alternâncias assimétricas de trapézios e retângulos foram penduradas por arquitetos diante do revestimento de vidro na face externa do Amazon Court no centro de Praga. E isso não é tudo: as superfícies das rochas ornamentais ainda são subdivididas diagonalmente em partes polidas e flamejadas.</p>
<p>Uma vista geral dessa massa vertical revela uma indiscernível padronagem, feita de linhas retas e oblíquas, onde a mudança entre superfícies de vidro e rocha, assim como as diferenças de tratamento das superfícies minerais, reforçam a sensação de movimento na fachada.<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court2.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16488" title="Amazon Court, Prague." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court2-440x329.jpg" alt="" width="440" height="329" /></a></p>
<p>A inspiração para esse efeito foi encontrada pelos arquitetos do escritório dinamarquês Schmidt Hammer Lassen ali mesmo em Praga, nos castelos da colina Hradschin. A fachada do Palais Schwarzenberg foi concebida em 1550 com uma técnica chamada esgrafito: ela é composta de estucos de diferentes relevos em preto e branco, com os quais os artesãos compõem a padronagem desejada.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court3.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16489" title="Palais Schwarzenberg. Foto: Christoph Groß" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court3-440x314.jpg" alt="" width="440" height="314" /></a></p>
<p>No palácio, seus construtores desejavam conferir à parede, com ângulos retos claros e escuros, uma impressão tridimensional. No caso do Amazon Court, contudo, as rochas são reais, mais exatamente granito Star White, cuja função ali é apenas a de revestimento.</p>
<p>O prédio é parte do novo complexo River City Prague, localizado pouco abaixo da ponte do Rei Carlos, diretamente na margem do rio Moldau. Ali basicamente foram instalados escritórios e, para manter o local visitado mesmo fora do horário comercial, foram adicionados restaurantes, lojas, hotéis e apartamentos.</p>
<p>O átrio desempenha um papel especial nesse conceito do Amazon Court, ficando aberto para os passantes 24 horas por dia. Ali a composição da fachada segue seu caminho: as superfícies de vidro acima do sétimo andar são decoradas com trapézios, mas isso com material têxtil e em cores fortes. A artista dinamarquesa Anne Marie Plough desejava com isso conferir um quê de floresta tropical ao local.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court41.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16492" title="Amazon Court, Prague." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court41-424x500.jpg" alt="" width="424" height="500" /></a></p>
<p>O piso é revestido em partes com placas de mármore e em outras com pequenos pedaços de paralelepípedos, tal como se vê em ruelas daquele centro histórico.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court5.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16494" title="Amazon Court, Prague." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court5-434x500.jpg" alt="" width="434" height="500" /></a></p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court6.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16495" title="Amazon Court, Prague." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court6-440x272.jpg" alt="" width="440" height="272" /></a></p>
<p>Os arquitetos deram especial atenção ao aspecto energético da construção. Entre outros, foi aplicado vidro na fachada de modo a permitir a entrada de muito sol nos cômodos, mas filtrando os raios aquecedores. Com outras medidas do gênero, o Amazon Court deve consumir 50% menos energia que outros escritórios e assim ter um custo operacional 65% mais barato. A proprietária do prédio é a imobiliária Europolis.</p>
<p><a href="http://www.shl.dk" target="_blank" class="liexternal">Schmidt Hammer Lassen Architects </a></p>
<p><a href="http://www.rivercity.cz/index2.html" target="_blank" class="liexternal">River City Prague </a></p>
<p><a href="http://www.europolis.cz" target="_blank" class="liexternal">Europolis </a></p>
<p>Fotos/Drafts: <a href="http://www.adammork.com" target="_blank" class="liexternal">Adam Mørk</a>/Schmidt Hammer Lassen Architects</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court7.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16496" title="Amazon Court, Prague." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Amazon-Court7-440x319.jpg" alt="" width="440" height="319" /></a></p>

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		<title>Arquitetura: Ponto de encontro de cidadãos (2)</title>
		<link>http://www.stone-ideas.com/2012/01/01/arquitetura-ponto-de-encontro-de-cidadaos-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 03:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>

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		<description><![CDATA[(Janeiro 2012) Urbanização de praças com rochas ornamentais na Noruega e na Grã-Bretanha. Lembrança de rochas com função de lastro na Austrália]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16316" title="Knud Knudsens Plass. Photo: Samferdselsetaten Oslo" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-1-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a></strong></p>
<p><strong>(Janeiro 2012)</strong> Praças com placas de pavimentação em formato e tamanho únicos resultam tão sem graça quanto uma cobertura de asfalto. A geometria oferece muitas possibilidades para se resolver esse desafio, especialmente com formas trapezoidais. Assim foi pavimentada há pouquíssimo tempo a Knud Knudsens Plass (Praça Knud Knudsens) na capital norueguesa, Oslo &#8211; o resultado é bastante vivo, talvez porque o emaranhado de sulcos de fato espelha o desenho de ruas quando vistas em um mapa, segundo explicam os urbanistas do Grindaker Landskapsarkitekter.</p>
<p>Anteriormente a praça era um triângulo perdido onde duas ruas desembocavam, coberta com asfalto e tomada por táxis. Os arquitetos deslocaram o ponto de táxi para a rua e deram vida ao lugar através de uma nova pavimentação e nichos de plantas. Muitas linhas correm das rochas claras em direção a um parque vizinho, tornado visível a partir de uma remoção nos fundos da praça.</p>
<p>Basalto escuro e granito claro foram empregados nessa empreitada. Em dias de chuva, eles tornam-se especialmente contrastantes. As rochas foram fornecidas pela empresa Jogra e a aplicação foi da Steen &amp; Lund.</p>
<p>A praça homenageia o linguísta Knud Knudsen, que desempenhou papel importante na formação do norueguês moderno.</p>
<p><a href="http://www.grindaker.no" target="_blank" class="liexternal">Grindaker Landskapsarkitekter</a></p>
<p><a href="http://www.jogra.no" target="_blank" class="liexternal">Jogra </a></p>
<p><a href="http://www.steen-lund.no/?ItemID=1186" target="_blank" class="liexternal">Steen &amp; Lund  </a></p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-2.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16317" title="Knud Knudsens Plass. Foto: Grindaker Landskapsarkitekter" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-2-440x330.jpg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-3.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16318" title="Knud Knudsens Plass. Foto: Grindaker Landskapsarkitekter" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-3-440x247.jpg" alt="" width="440" height="247" /></a></p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-4.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16319" title="Knud Knudsens Plass. Foto: Grindaker Landskapsarkitekter" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-4-440x330.jpg" alt="" width="440" height="330" /></a><strong>A cerca de 150 m da margem do Tâmisa</strong>, no bairro londrino de Westminster, é possível ver o traçado desse rio cortando aquela metrópole. Ali foi instalado em granito negro um modelo do rio com todas as suas curvas e reentrâncias. A instalação, chamada Grosvenor Waterside, localiza-se ao lado do antigo Grosvenor Canal, cujo entorno foi se deteriorando com o decorrer do tempo. Hoje aquela área mais ou menos triangular está ocupada com prédios de apartamentos caros.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-5.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16325" title="Grosvenor Waterside. Photo: Ekkehard Altenburger" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-5-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a>A concepção do Grosvenor Waterside é do artista e entalhador de rochas Ekkehard Altenburger. A água devia ser o tema central. Por isso Altenburger concebeu esse modelo do curso do Tâmisa e posicionou em seu final um grande espelho d&#8217;água, que reflete os grandes prédios do entorno. Uma particularidade da instalação é que a água é mantida em fluxo permanente e assim espelha diferentes fenômenos do rio.</p>
<p>Um tanque subterrâneo comporta cerca de 40.000 litros e alimenta a instalação. Ele aproveita a água da chuva, que é canalizada para o local desde os telhados daquele entorno. Sobre ele há uma garagem subterrânea de dois andares, sobre a qual está localizado „espelho d&#8217;água&#8221;.</p>
<p>Altenburger criou degraus para que a água borbulhasse. Um deles é bastante largo e cria uma moldura em torno da bacia, outro é redondo e tem a dupla função de canalizar a água no centro dessa superfície aquática. A superfície de água tem espessura de 12 mm, que murmura permanentemente pelas cantoneiras de pedra em uma extensão de cerca de 55 m – para isso uma enorme quantidade de metros cúbicos de água é bombeada permanentemente.</p>
<p>As rochas tiveram de ser trabalhadas com a maior precisão possível. As superfícies das rochas são polidas ou jateadas com areia e os cantos, pelos quais a água escorre, foram arredondados a mão e polidos. Foi aplicado granito Angola Black. Os trabalhos foram conduzidos pela empresa Szerelmey „sob a direção do grande John Guest&#8221;, como explica Altenburger. O projeto teve apoio do escritório Sheppard Robson Architects e St. James Homes.</p>
<p><a href="http://www.altenburger.org.uk" target="_blank" class="liexternal">Ekkehard Altenburger </a></p>
<p><a href="http://www.szerelmey.com/" target="_blank" class="liexternal">Szerelmey </a></p>
<p>Fotos: Ekkehard Altenburger, <a href="http://www.lewisryan.co.uk/" target="_blank" class="liexternal">Lewis Ryan</a></p>

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<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-9.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16321" title="Grosvenor Waterside. Photo: Ekkehard Altenburger" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-9-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a></p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-10.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16322" title="Photo: Lewis Ryan " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Big_Platz2-10-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a><strong>Outra vez Londres</strong>: com o Grande Incêndio de Londres, em setembro de 1666, a cidade viveu uma catástrofe de dimensões bíblicas. Foram destruídas as residências de 70 mil dos 80 mil habitantes da capital inglesa na época e também a Catedral de St. Paul foi ao chão. Após o término da canícula, os londrinos recolheram os restos daquele templo da Idade Média e o reconstruíram no estilo de então. Um resquício da antiga Catedral de St. Paul foi colocado agora na praça ao lado sul da construção atual: ali estão partes das linhas fundamentais da estrutura, marcadas por uma pequena área gramada.</p>
<p>Os trabalhos foram realizados pela empresa Stonewest, que empregou diversas variações de calcário Purbeck, o mesmo material dos restos da antiga construção, que afundam cerca de um metro naquele terreno. Uma particularidade são as marchetarias nas rochas em torno da grama. No fim do terreno estão representados no chão as plantas baixas antiga e contemporânea da catedral.</p>
<p>O arquiteto é Purcell Miller Tritton LLP.</p>
<p><a href="http://www.stonewest.co.uk" target="_blank" class="liexternal">Stonewest  </a></p>

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<p>O arenito determinou ao longo dos séculos a história de Ballast Point, um cabo na entrada do porto de Sydney, na Austrália. Ali os navios, em viagem de retorno à Europa, paravam para receber arenito, cuja função era servir de lastro.</p>
<p>Mais tarde, as companhias de petróleo ocuparam com seus petroleiros o sopé dos guindastes das pedreiras nesse lugar. E agora localiza-se ali o Ballast Point Park. Sua concepção quer manter a memória daquelas etapas históricas do local e simultaneamente convidar o cidadão a aproveitar a grandiosa vista do porto e da famosa ponte Harbour Bridge.</p>
<p>Nos terraços do parque se assenta, no mais profundo significado do termo, a história.</p>
<p>Suas paredes de sustentação são gabiões, que foram preenchidos com brita e restos de velhos prédios industriais. E nos cestos de arame não entravam apenas pedras e cimento: também pedaços de metais eram utilizados. Isso é digno de nota porque alguns deles têm superfícies brilhantes, o que ao por do sol faz irradiar dos muros pequenos flashes de luz.</p>
<p>Outra particularidade desses gabiões é que suas esquinas são redondas e sua frente tem a superfície torta. Para isso os arquitetos (McGregor Coxall) precisaram desenvolver modelos em 3D, a partir dos quais os cestos foram moldados no próprio local. Como há água salgada também no ar, os cestos de arame são confeccionados com uma liga de alumínio e zinco.</p>
<p>Outros pontos altos do projeto são o Tanque 101 e a superfície gramada, que rememoram as antigas fundações da área de tanques. Uma atração adicional é a obra da artista Robyn Backen, entitulada „Balance and Ballast&#8221; (Equilíbrio e Lastro).</p>
<p>Infelizmente não recebemos fotos. Elas podem ser vistas <a href="http://plusmood.com/2010/06/ballast-point-park-mcgregor-coxall/" target="_blank" class="liexternal">num site</a>.</p>
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		<title>Arquitetura: Torres no Cáucaso, um templo religioso na Índia, um curtume na Espanha e outros</title>
		<link>http://www.stone-ideas.com/2011/12/13/arquitetura-torres-no-caucaso-um-templo-religioso-na-india-um-curtume-na-espanha-e-outros/</link>
		<comments>http://www.stone-ideas.com/2011/12/13/arquitetura-torres-no-caucaso-um-templo-religioso-na-india-um-curtume-na-espanha-e-outros/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 04:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.stone-ideas.com/?p=15854</guid>
		<description><![CDATA[(Dezembro 2011) Na Marmomacc foi outra vez concedido o Prêmio Internacional para Arquitetura em Rochas Ornamentais. Ele considera projetos de ontem e hoje, realizados em todo o mundo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-15666" title="Svaneti Towers, Georgia. Photo: Mia dei Cas" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-1-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a>(Dezembro 2011)</strong> Quem enfrenta o interminável e difícil caminho que sobe o rio através dos vales de Inguri e Tskhenistkali não será recompensado apenas com a visa dos cumes nevados do cáucaso, mas também encontrará estranhas vilas: elas têm altas torres, que ao longe parecem chaminés, mas de perto se revelam quadráticas, e no entorno delas não há fábricas, mas fazendas muradas.</p>
<p>As Svaneti Towers (Torres Svaneti) no Alto Cáucaso, no estado da Georgia, foram escolhidas pelos jurados do bienal Prêmio Internacional para Arquitetura em Rochas Ornamentais, cujo catálogo contém detalhada descrição dessas relíquias. Adiante apresentaremos esse e outros projetos vencedores.</p>
<p>As Torres Svaneti foram erigidas entre os séculos 11 e 13. Seu material é ardósia Glimmer local, que se deixa partir facilmente, e com ele foram construídas em pedaços de 15 cm a 20 cm de espessura.</p>
<p>Elas têm a altura de 4 ou 5 andares e serviram de esconderijo, às vezes em razão de ataques inimigos, mas também no caso de disputas entre vilas ou clãs. As grandes casas camponesas de dois andares, construídas ao redor das torres, ficavam sem proteção durante as situações de crise.</p>
<p>Das centenas de instalações do gênero, sobraram intactas hoje cerca de 150. Desde 1996 elas fazem parte do Patrimônio Cultural da Humanidade da Unesco, em todo caso o catálogo faz saber que é urgente que se faça algo por sua conservação. Elas foram fotografadas e descritas pela primeira vez há cerca de 100 anos por alpinistas italianos.</p>
<p>A propósito: torres semelhantes surgiram na mesma época em outros lugares da Europa, por exemplo nas cidades-estado da Toscana. Também lá elas cumpriam funções militares, além de testemunharem o prestígio de famílias poderosas. As vilas caucasianas, contudo, não foram cercadas com muros, ao contrário das cidades italianas.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-2.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16130" title="Svaneti Towers, Georgia. Photo: Mia dei Cas" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-2-440x293.jpg" alt="" width="440" height="293" /></a><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-3.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16131" title="Svaneti Towers, Georgia. Photo: Silvio Calvi" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-3-440x294.jpg" alt="" width="440" height="294" /></a><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-4.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16132" title="Svaneti Towers, Georgia." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-4-440x303.jpg" alt="" width="440" height="303" /></a></p>
<p>Uma ligação incomum entre antigo e novo é encarnada pela Anávyssos House (Casa Anávyssos) na costa grega, cerca de Atenas. São antigos o material dos muros, feitos de granito local, e também a inspiração para seus traços, que lembram templos gregos clássicos. Novo é o teto de concreto armado, que óticamente parece comprimir a construção de um andar. O prédio, localizado diretamente na estrada em direção ao Templo de Poseidon, no cabo Sounio, foi projetado pelo arquiteto Aris Konstantinidis entre os anos 1962 e 1964.</p>
<p>Os muros massivos foram construídos com rejunte de argamassa e têm 50 cm de espessura. O piso no interior é revestido com ardósia Glimmer.</p>
<p>Logo após o término da construção, o prédio foi criticado acidamente. Ele estaria „afundado“ na paisagem, dizia-se. Hoje a casa pertence à grande mansão de um armador e serve como depósito. As fotos foram tiradas pelo arquiteto logo após o término da construção.</p>

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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-2/marmomacc-awards11-5.jpg" title="Anávyssos House, Greece. Photo: Aris Konstantinidis"  >
								<img title="marmomacc-awards11-5" alt="marmomacc-awards11-5" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-2/thumbs/thumbs_marmomacc-awards11-5.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-2/marmomacc-awards11-6.jpg" title="Anávyssos House, Greece. Photo: Aris Konstantinidis"  >
								<img title="marmomacc-awards11-6" alt="marmomacc-awards11-6" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-2/thumbs/thumbs_marmomacc-awards11-6.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-2/marmomacc-awards11-7.jpg" title="Anávyssos House, Greece. Photo: Aris Konstantinidis"  >
								<img title="marmomacc-awards11-7" alt="marmomacc-awards11-7" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-2/thumbs/thumbs_marmomacc-awards11-7.jpg" width="130" height="130" />
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<p>Complexo foi fazer a conexão entre tradição e modernidade no templo de Shiva na vila indiana de Wadeshwar, entre Mumbai e Poona. Afinal, para esses templos existem regras construtivas claras, pois a ritualística desse culto também seque regras exatas.</p>
<p>Contudo, o arquiteto Sameep Padora agora queria algo mais moderno, que ao mesmo tempo respeitasse as regras religiosas.</p>
<p>Assim ele colocou do lado de fora o pavilhão normalmente quadrático („Mandapa“) desses templos, nos quais os fiéis rezam juntos. Ao ar livre, sobre o terreno, foi criado então um local para a reza. Porém não são paredes, mas árvores, que o cercam.</p>
<p>O segundo elemento tradicional de um templo religioso hinduísta foi mantido por Padora, mesmo que com alterações. Afinal a „Garbhagriba“ é uma sala escura com um teto pontiagudo („Shikhara“). Ali a deidade tem sua casa.</p>
<p>Padora manteve a forma pontiaguda do teto, mas abriu-o, de modo que a luz penetra pelo alto. Também a entrada ele compôs de maneira até então inédita: uma esquina foi cortada da parede de pedra e no seu lugar está uma espécie de caixa de metal e madeira.</p>
<p>A propósito: o arquiteto trabalhou de graça. E também os pedreiros deram sua contribuição sem pagamento. O material foi basalto do local.</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-8.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16133" title="Shiva-Temple, Pune, India. Photo: Edmund Sumner" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-8-440x284.jpg" alt="" width="440" height="284" /></a><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-9.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16134" title="Shiva-Temple, Pune, India. Photo: Edmund Sumner" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-9-440x315.jpg" alt="" width="440" height="315" /></a><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-10.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16135" title="Shiva-Temple, Pune, India. Photo: Edmund Sumner" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/Marmomacc-Awards11-10-396x500.jpg" alt="" width="396" height="500" /></a></p>
<p>Na Espanha encontra-se outro dos projetos premiados. Trata-se de um antigo curtume de Puente Sarela, nas cercanias de Santiago de Compostela. Em 1790 a instalação foi construída e com o passar dos anos foi transformada em uma fábrica, permanecendo depois por algumas décadas no esquecimento. Então veio sua transformação em complexo hoteleiro, sob projeto do arquiteto espanhol Victor López Cotelo.</p>
<p>A instalação histórica escala em degraus a inclinação para o rio: o curtume se localiza diretamente na margem e, logo em seguida, um moinho e a casa do moleiro cortam a ancestral estrada romana rumo ao Finisterre no Atlântico. Depois disso estão os pavilhões da fábrica onde eram secos os couros curtidos.</p>
<p>Nenhum desses prédios, antes arruinados, foi demolido. O arquiteto tratou de manter a área construída e cuidadosamente integrou-as às necessidades do novo projeto.</p>
<p>Uma particularidade desse processo foi a maneira como ele trabalhou com os materiais antigos. Se em um lugar era necessário retirar uma parede, um time de pedreiros ocupava-se de dar nova aplicação ao granito no local. Só foi adquirido novo material no caso de o antigo não preencher a nova necessidade.</p>

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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-4/marmomacc-awards11-11.jpg" title="Residential Complex, Puente Sarela, Spain. Photo: Lluís Casals"  >
								<img title="marmomacc-awards11-11" alt="marmomacc-awards11-11" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-4/thumbs/thumbs_marmomacc-awards11-11.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-4/marmomacc-awards11-12.jpg" title="Residential Complex, Puente Sarela, Spain. Photo: Lluís Casals"  >
								<img title="marmomacc-awards11-12" alt="marmomacc-awards11-12" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-4/thumbs/thumbs_marmomacc-awards11-12.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-4/marmomacc-awards11-13.jpg" title="Residential Complex, Puente Sarela, Spain. Photo: Lluís Casals"  >
								<img title="marmomacc-awards11-13" alt="marmomacc-awards11-13" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/marmomacc-awards11-4/thumbs/thumbs_marmomacc-awards11-13.jpg" width="130" height="130" />
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<p>Os projetos vencedores são descritos minuciosamente em inglês e italiano no livro <em>Glocal Stone</em> (edited by Vincenzo Pavan, <a href="http://www.arsenale.it" target="_blank" class="liexternal">Arsenale Editrice</a>, ISBN 978-88-7743-360-2).</p>
<p>Os projetos premiados a seguir já foram apresentados por nós:</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-14.jpg" class="liimagelink"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15667" title="Monitoring and Investigation Centre of Furnas, Portugal. Photo: FG+SG Fernando and Sergio Guerra " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-14-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Aires Mateus &amp; Associados, Lisbon: <a href="http://www.stone-ideas.com/2011/07/01/arquitetura-dobrado-pela-forca-da-natureza/" target="_blank" class="liexternal">Monitoring and Investigation Centre of Furnas</a>, Açores, Portugal</p>
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<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-15.jpg" class="liimagelink"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15668" title="River Terminal and Visitor Centre, Tibet, China. Photo: Chen Su" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-15-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Standardarchitecture, Beijing: <a href="http://www.stone-ideas.com/2010/06/01/arquitetura-ideias-para-muros-e-fachadas/" target="_blank" class="liexternal">River Terminal and Visitor Centre</a>, Tibet, China. Observação: A imponente pintura nas paredes está agora pintada de branco. Isso é explicado no catálogo (pag. 65): „In this way the typical color of Tibetian spirituality was recalled, as in the Potala Palace, while avoiding strong colors from coming into conflict with panoramic views and distracting visitors.”</p>
<p><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-16.jpg" class="liimagelink"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15669" title="Library of the Humboldt University. Photo: Stefan Müller" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Marmomacc-Awards11-16-130x130.jpg" alt="" width="130" height="130" /></a>Max Dudler, Berlin/Zürich/Frankfurt: Library of the Humboldt University (Jacob-und-Wilhelm-Grimm-Zentrum), Berlin (<a href="http://www.stone-ideas.com/2010/10/01/arquitetura-ideias-para-muros-e-fachadas-2/" target="_blank" class="liexternal">3. project</a>).</p>
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			<wfw:commentRss>http://www.stone-ideas.com/2011/12/13/arquitetura-torres-no-caucaso-um-templo-religioso-na-india-um-curtume-na-espanha-e-outros/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Arquitetura: fachada sensacional em arenito e vidro</title>
		<link>http://www.stone-ideas.com/2011/12/01/arquitetura-fachada-sensacional-em-arenito-e-vidro/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 04:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>

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		<description><![CDATA[(Dezembro 2011) O novo Museum aan de Strom na Antuérpia é um marco na revitalização de uma antiga zona portuária]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Aan-de-Strom1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-15635" title="Museum aan de Strom. Photo: Sarah Blee / Neutelings Riedijk Architects" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/Aan-de-Strom1-440x292.jpg" alt="" width="440" height="292" /></a>(Dezembro 2011)</strong> Em termos volumétricos, esse prédio não passa de mais uma caixa de sapatos colocada em pé, no caso com 62 m de altura e uma base de 40 m por 40 m. Porém, no Museum aan de Strom (Museu à Beira-Rio), na cidade belga de Antuérpia, os arquitetos fizeram disso algo sensacional: visto de fora ele é um marco paisagístico inescapável, que oferece uma vista fantástica de seu entorno e simboliza em sua estética as metas e desejos do projeto urbanístico local.</p>
<p>Chama atenção seu revestimento externo, em arenito vermelho, que de fato confere ao prédio um peso difícil de ser suportado. Essa impressão foi propositalmente buscada pelos arquitetos holandeses do escritório Neutelings Riedijk Architects: a fachada deve simbolizar a história da cidade, que é tema do museu, e inevitavelmente se instalar no imaginário das novas gerações.</p>
<p>Contudo, o bloco quase monolítico de rocha é quebrado aqui e ali com vastas aberturas de janelas. Desde o interior das salas de exposição, com seus objetos mortos do passado, tem-se também uma vista fantástica do aqui e agora daquele entorno urbano e, para quem quiser ver, também para o futuro que se projeta no horizonte.</p>
<p>Essa abertura foi reforçada pelos arquitetos de Roterdã com um truque: cada um dos 10 andares foi deslocado em 90 graus, de forma que o visitante na escada rolante sente-se como que sendo aparafusado naquela espiral. De cada andar ele observa uma direção geográfica distinta e na cobertura se descortina um grandioso panorama, acompanhado de um refinado restaurante.</p>
<p>A arquitetura concretizou ali o objetivo do contratante, a prefeitura de Antuérpia, que era a revitalização dessa área portuária histórica, tornando-a novamente um local atraente para cidadãos e turistas, após anos de abandono e decadência.</p>
<p>O arenito para a construção foi fornecido pela Índia e com ele foram revestidas a fachada e também a praça no entorno. A rocha é encontrada ainda em seu interior, nas paredes das galerias e no piso, além do teto.</p>
<p>As tonalidades escolhidas para a rocha vão do marrom chocolate ao vermelho escuro, passando pelo vermelho e pelo laranja. A colocação de cada placa foi determinada por computador – sua fixação foi um trabalho de mestre em termos de logística, afinal foi coberta uma área total de 13.500 m². No revestimento da fachada foram aplicadas placas de 100 cm x 60 cm com espessuras entre 4 cm e 5 cm.</p>
<p>A rocha foi impermeabilizada com um produto que também reforça a cor original.</p>
<p>Também os vidros da fachada merecem uma atenção especial. Eles não são lisos, como é normal no caso de janelas, mas colocados em ondas que, vistas de cima, têm a forma de um „S“. Isso torna o material tão estável que dispensa a aplicação de molduras, reforçando a impressão de abertura. Nas esquinas do prédio, as placas de vidro têm 11 m de altura e suas curvas alcançam até 60 cm.</p>
<p>Mais um detalhe: cada terceira placa de rocha na fachada tem colocada em seu centro uma mão prateada, feita de alumínio, somando no total 3.200 dessas peças. Esse elemento decorativo também ajuda a captar patrocínio: apoiadores do projeto podem adquirir uma dessas mãos por 1000 Euros. O custo total do projeto alcançou 56 milhões de Euros, sendo aplicados 33,4 milhões na construção.</p>
<p>As mãos se referem à história da Antuérpia: conforme conta a lenda, um gigante aterrorizou a cidade no passado e exigia altos tributos. Então um herói o derrotou, cortando sua mão ameaçadora e jogando-a no rio.</p>
<p>„Antwerpse Handjes“ (Mãos da Antuérpia) são oferecidas em várias formas e tamanhos aos turistas. Nós recomendamos aquelas feitas de finos chocolates.</p>
<p>O fornecimento e beneficiamento das rochas foi conduzido pelas empresas belgas Belgian Tile Centre, Loveld e Gillet. A fixação das placas ficou a cargo da empresa alemã Halfen.</p>
<p><a href="http://www.mas.be" target="_blank" class="liexternal">Museum aan de Strom</a> (MAS)</p>
<p><a href="http://www.neutelings-riedijk.com" target="_blank" class="liexternal">Neutelings Riedijk Architects </a></p>
<p><a href="http://www.btiles.be/showinfo.asp?language=nl&amp;pagina=Enkele%20van%20onze%20projecten&amp;IDnr=105612" target="_blank" class="liexternal">Belgian Tile Centre</a> (BTC)</p>
<p><a href="http://www.loveld.com/en/reference.php?page=mas" target="_blank" class="liexternal">Loveld </a></p>
<p><a href="http://www.gillet.be/index.php?lang=EN" target="_blank" class="liexternal">Gillet </a></p>
<p><a href="http://www.halfen.de/" target="_blank" class="liexternal">Halfen </a></p>

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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/aan-de-strom/aan-de-strom2.jpg" title="Museum aan de Strom Photo: Filip Dujardin / City of Antwerp"  >
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								<img title="aan-de-strom3" alt="aan-de-strom3" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/aan-de-strom/thumbs/thumbs_aan-de-strom3.jpg" width="130" height="130" />
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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/aan-de-strom/aan-de-strom8.jpg" title="Museum aan de Strom. Photo: Sarah Blee / Neutelings Riedijk Architects"  >
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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/aan-de-strom/aan-de-strom10.jpg" title="Museum aan de Strom. Plan: Neutelings Riedijk Architects"  >
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		<title>Arquitetura: Linhas Mágicas e Rocha Bruta</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 04:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>

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		<description><![CDATA[(Novembro 2011) Na cidade espanhola de Santiago de Compostela, famosa pelas peregrinações, está sendo construída a Cidade da Cultura, um centro cultural para Galícia e Europa. O arquiteto Peter Eisenman empregou nela rochas ornamentais com uma técnica incomum]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/Cidade-Cultura1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-14998" title="Cidade da Cultura." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/Cidade-Cultura1-440x283.jpg" alt="" width="440" height="283" /></a>(Novembro 2011)</strong> Em Santiago de Compostela, no norte da Espanha, está sendo construído no momento um dos maiores projetos de toda a Europa: na colina que domina a cidade surge a Cidade da Cultura (nome original: o dialeto galego é muito semelhante ao português). Em acordo com a tradição desse antigo centro de peregrinação, que com Jerusalém e Roma é um dos lugares principais do cristianismo, tudo ali será magia e crença. O arquiteto norte-americano Peter Eisenman assina o projeto.</p>
<p>Assim foi a inauguração dos recentemente terminados Biblioteca e Arquivo da Galícia, festejada em 11.1.11, uma data cujos números denotam um espelhamento entre início e fim. Tais datas eram antigamente tidas como curvas do destino, portais do tempo, como já <a href="http://www.stone-ideas.com/2008/12/03/arquitetura-ovo-e-ricota-na-argamassa/" target="_blank" class="liexternal">comentamos</a> por exemplo sobre a Ponte Carlos, em Praga.</p>
<p>A decisão de construir o centro cultural também esteve intimamente ligada à crença e à mitologia: quando ela foi tomada pelo governo da Comunidade Autônoma da Galícia em 1999, recém começava o ano sagrado compostelano, que da mesma forma segue uma determinada sequência numérica do calendário.</p>
<p>Sendo assim, era uma boa ocasião para que se projetasse algo realmente grandioso &#8211; e a Cidade da Cultura deve cristalizar o significado histórico da Galícia para toda Europa e tornar-se de certo modo uma grande oficina para futuras gerações. O centro cultural se estende por uma superfície de 265.000 m² e terá 6 construções marcantes.</p>
<p>É claro que para uma tal exigência era necessário encontrar um arquiteto de renome. O vencedor do concurso internacional que reuniu os melhores arquitetos do ramo foi Peter Eisenman. Seu projeto reúne antigo e moderno e nisso foi tão espetacular que certamente chamará a atenção dos peregrinos contemporâneos: os turistas. E se por um lado significou um novo marco para o local, por outro também soube misturar-se ao seu entorno.</p>
<p>Além disso, encontram-se no conceito de Eisenman várias referências à mitologia, bem como desejavam os contratantes.</p>
<p>Vamos primeiro oferecer uma visão geral da Cidade da Cultura.</p>
<p>Eisenman deu à colina sobre a cidade uma nova cúpula, cuja forma lembra a concha da vieira. Esse elemento foi, durante muitos séculos, o sinal identificador dos peregrinos (hoje é mais famoso como marca registrada da empresa petrolífera Shell).</p>
<p>Os contornos mais característicos do primeiro esboço da concha hoje estão perdidos. Mas permaneceram as típicas linhas fundas, que se estendem pelo casco protetor desse animal marinho (Pecten jacobaeus): Eisenman concebeu-as escavadas entre os prédios. E esse recurso novamente faz referência ao centro histórico de Santiago de Compostela, ao pé da colina. Ali fendas também caracterizam as vielas estreitas e tortas que contornam as casas. Na Cidade da Cultura, o mais alto dos prédios chega a 42,5 m.</p>
<p>Eisenman deixou mais uma marca registrada dessa velha cidade na Cidade da Cultura. Trata-se das colunatas no térreo dos prédios, pelos quais os visitantes podem passear em dias de chuva sem se molhar. O motivo da larga utilização em toda a Galícia dessa forma de passeio público é que a região tem uma das mais altas incidências de chuva de toda a Europa.</p>

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<p>Do mesmo modo como no centro histórico, os caminhos estreitos avançam sempre em direção de praças.</p>
<p>A Cidade da Cultura tem o formato de uma corcova, como se uma força geológica sobrenatural a tivesse levantado da terra. Essa impressão é reforçada pelo emprego extensivo de rochas ornamentais: externamente os prédios são revestidos de quartzito folhado até a altura das grandes superfícies de vidro. Ele confere ao todo uma aparência que se poderia chamar de étnica. Nas fachadas predominam tons de cinza ao amarelo e para as coberturas foram escolhidas variações vermelhas. Esse foi o primeiro trabalho de Eisenman com rochas ornamentais.</p>
<p>Também são peculiares as linhas que seguem sobre o teto, evidentes mesmo se observadas desde o solo. Elas foram compostas com quartzito serrado, o qual se destaca do terreno bruto tanto pela superfície quanto pela cor.</p>
<p>Sobre essas linhas é preciso que se comente um tanto mais, afinal elas desempenham um papel central no conceito de Eisenman.</p>
<p>Desde os primórdios o homem acreditava que haviam linhas entre os céus e a terra ditando o destino de cada ser humano e também de povos, tal como uma guia. Assim era interpretada Via Lactea em sua forma de estrada, tida como uma orientação para as almas em seu caminho direção a Deus. Os peregrinos cristãos acreditavam que o traçado do Caminho de Santiago (também chamado de São Tiago, ou São Jacó, na origem hebraica) igualmente estava predeterminado pela paisagem.</p>
<p>Linhas Ley é como são chamados hoje tais alinhamentos. Os crentes desse tipo de pensamento as vêem como ligação entre pontos marcantes, entre os quais haveriam campos magnéticos particulares.</p>
<p>Eisenman então fez perpassar uma completa rede de linhas sobre a Cidade da Cultura. Pode-se vê-las como grades no pavimento ou também nas fachadas e até mesmo em tetos. Sobre linhas pequenas há linhas ainda maiores sobrepostas, levemente inclinadas e numa cor contrastante.</p>
<p>E novamente explorando cortes lineares profundos, Eisenman coloca largas linhas sobre os telhados. Para não precisar intervir na construção em si, o arquiteto padronizou todo o entorno: as placas com a pedra bruta (50 cm x 50 cm e entre 5 cm e 8 cm de espessura) estão aparafusadas sobre trilhos metálicos. A água da chuva escorre por cavidades, mas só vai ser realmente conduzida às calhas pelo verdadeiro teto, em concreto armado, localizado abaixo dessa estrutura.</p>
<p>É fascinante ver como Eisenman foi radicalmente consequente no emprego desse conceito, que perpassa absolutamente toda a área: do teto as linhas se dobram sobre a fachada, seguindo intactas mesmo onde há janelas. Também no interior dos prédios elas são encontradas, por exemplo como listras em travertino vermelho no piso de mármore branco.</p>

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<p>Não importa se acreditamos ou não no princípio das Linhas Ley: é necessário reconhecer que o resultado e seu efeito são grandiosos. O todo produz sobre os pensamentos do observador um estímulo decisivo, o que evidentemente é uma das missões centrais da Cidade da Cultura.</p>
<p>Quanto ao significado de tudo isso em termos de custos, é possível imaginarmos. Deixemos que o próprio arquiteto o diga em suas palavras: „Não procuramos nossos clientes; eles nos procuram“.</p>
<p>O término das obras na Cidade da Cultura está programado para 2015. Então estarão ali, ao lado da Biblioteca e do Arquivo, também o Museu da Galícia, um Centro de Música e Artes Cênicas, um Centro Internacional de Artes e uma administração central. Todos os prédios se comunicarão entre si por túneis no subsolo.</p>
<p>Um evidente contraste com essa construção pode ser visto nas Torres Hejduk, concebidas por Eisenman como templos religiosos realizados na vertical, sem nave central.</p>
<p>O material dominante na Cidade da Cultura é o quartzito Santa Cruz. Em sua maior parte ele é originário do Brasil e existe apenas em quantidades pequenas naquele entorno. Em sua proposta de utilizar materiais da região, Eisenman encontrou nesse ponto um limite de viabilidade. No interior foram empregados mármore e travertino. Os fornecedores foram as empresas Tino e Ipisa/Campo. Também arenito está listado entre as rochas utilizadas.</p>
<p>No centro histórico, o material dominante não é o quartzito, mas o granito. Esse realmente provem da região, e reveste, entre outros, a catedral.</p>
<p><a href="http://www.cidadedacultura.org" target="_blank" class="liexternal">Cidade da Cultura </a></p>
<p><a href="http://www.eisenmanarchitects.com/" target="_blank" class="liexternal">Eisenman Architects </a></p>
<p><a href="http://vimeo.com/13853381" target="_blank" class="liexternal">Video </a></p>
<p><a href="http://www.tino.es" target="_blank" class="liexternal">Tino </a></p>

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<p>Fotos: Cidade da Cultura</p>
<p>Projetos: Eisenman Architects</p>
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		<title>Arquitetura: Quando dá vontade de transformar-se em buquê</title>
		<link>http://www.stone-ideas.com/2011/10/13/arquitetura-quando-da-vontade-de-transformar-se-em-buque/</link>
		<comments>http://www.stone-ideas.com/2011/10/13/arquitetura-quando-da-vontade-de-transformar-se-em-buque/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 04:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>

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		<description><![CDATA[(Outubro 2011) A „Casa Carrara“ em Buenos Aires apresenta-se toda branca e em ângulos retos, com alguns toques bem marcados em rochas ornamentais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/Casa_Carrara1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-14452" title="Casa Carrara." src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/Casa_Carrara1-389x500.jpg" alt="" width="389" height="500" /></a>(Outubro 2011)</strong> Quem não pode morar nessa casa sente vontade de fazer parte dali, mesmo que na forma de um buquê de flores ou mesmo de um colorido sofá assinado por um bom designer, de modo a absorver propriamente as cores e formas do local. A „Casa Carrara“ em Pilar, cerca de 50 km de Buenos Aires, tem quase unicamente o branco como cor, apenas ângulos retos nas formas e tem janelas tão grandes e tão abertas que o prédio quase se desmancha no ar e se mescla com seu entorno.</p>
<p>Apenas as paredes em direção à rua preservam a intimidade. E elas prolongam-se quase sobre o piso, de modo que produzem um efeito mais de orientação do que propriamente de muro: a entrada da casa é composta com superfícies de mármore, que se erguem em direção à porta principal. Se degraus normalmente transmitem uma impressão de estreiteza, essas superfícies em camadas ascendentes são abertas e amplas.</p>
<p>Apenas alguns elementos, em sua maioria em rochas ornamentais, quebram essa sensação de branco e ângulos retos. Uma delas é a parede ao lado da entrada: ela é revestida de rocha San Louis bruta e tem a aparência de um muro seco. Isso é reforçado pelo fato de que internamente ela apresenta essa mesma composição.</p>
<p>Outro desses elementos marcantes o visitante encontra já ao cruzar a porta de entrada, desta vez a parede imediatamente em frente, revestida com mármore Ramigiatto Green, outra vez com superfície bruta.</p>
<p>Então vem um terceiro elemento, este mais moderado: são as superfícies d’água em azul turquesa, que aparecem como piscinas e jacuzzis tanto externa quanto internamente.</p>

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<p>600 m² divididos por dois andares é a área habitável desta casa. A Andrés Remy Arquitectos „desenvolveu o desenho e a escolha de tipos de rochas junto com o dono da propriedade“, conta Diego Siddi, membro desse renomado escritório. O mármore verde da entrada, por exemplo, o proprietário encontrou em algum lugar „e enamorou-se dele“. Cerca de 400 m² de mármore de Carrara foram aplicados sobre o piso.</p>
<p>Com isso chegamos ao último elemento, o qual não se vê, muito raramente se ouve, sendo percebido no máximo no movimento do ar: trata-se da cascata d’água, que corre ao longo de uma parede de vidro do primeiro andar ao térreo. Ela é o ponto central da casa e naturalmente ajuda na circulação de ar. A bomba que proporciona isso está escondida sob o piso no hall de entrada do primeiro andar.</p>
<p>As bacias d’água somam no total 110 m². Seu volume é de aproximadamente 130 m³. As bombas para as outras bacias mencionadas encontram-se nos cômodos destinados ao serviço da casa, no andar térreo.</p>
<p>O mármore polido no piso foi tratado especialmente, de modo a não ser escorregadio, mas mesmo assim permanecer brilhoso. O fornecedor foi a empresa Ragolia Mármoles y Granitos, que também se encarregou de suas aplicações.</p>
<p>É digno de nota ainda o extraordinário panorama que a casa oferece na direção de seus jardins.</p>
<p><a href="http://www.andresremy.com/" target="_blank" class="liexternal">Andrés Remy Arquitectos </a></p>
<p><a href="http://www.ragoliasrl.com.ar/" target="_blank" class="liexternal">Ragolia Mármoles y Granitos </a></p>

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<p>Fotos: Alejandro Peral / Andrés Remy Arquitectos</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arquitetura: Ideias para a 5ª fachada</title>
		<link>http://www.stone-ideas.com/2011/09/13/arquitetura-ideias-para-a-5%c2%aa-fachada/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 03:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.stone-ideas.com/?p=14237</guid>
		<description><![CDATA[(Setembro 2011) Exemplos para telhados de rochas ornamentais da Noruega, Suíça e Alemanha. E um teto de cerâmica do Japão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/Big_Dach1-1.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-13952" title="Jarmund/Viksnæs AS Arkitekter. " src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/09/Big_Dach1-1-440x292.jpg" alt="" width="440" height="292" /></a>(Setembro 2011)</strong> Se fôssemos poetas, escreveríamos: essa casa de fim de semana é um convite ao sol para brilhar. Afinal na Noruega, onde o prédio incomum se encontra, os dias podem ser muito curtos e o clima pode ser bastante cinzento. Contudo, quando a luz cai do céu, então resplandece e pisca inteira a casa essa de que estamos falando.</p>
<p>As paredes exteriores e a grande chaminé são de quartzito Oppdal em espessura de 10 cm a 30 cm. A aparência é de uma construção autóctone, porque não se vê a argamassa, fazendo crer que se trata inclusive de um muro seco. Cerca de 150 toneladas de rochas foram empregadas.</p>
<p>Também o telhado é revestido com quartzito e assim ele se torna de fato a quinta fachada da casa, somado ao fato de que no lado virado para o morro o revestimento segue quase até o piso. Em contraste com isso, na face voltada para o vale tem 44 m de largura quase totalmente composta por vidraças. O terceiro material que domina a composição ao lado de rochas e vidro é a madeira de carvalho.</p>
<p>O quartzito Oppdal é obtido na região homônima da Noruega. Sua particularidade é que se deixa cortar facilmente. Assim ele reveste o teto em placas com espessuras que vão de 1,5 cm até 3 cm em superfícies de meio metro quadrado ou mais.</p>
<p>O arquiteto foi Einar Jarmund do escritório <a href="http://www.jva.no/" target="_blank" class="liexternal">Jarmund/Viksnæs AS Arkitekter Mnal</a>, sediado em Oslo.</p>
<p>A rocha foi fornecida pela empresa norueguesa <a href="http://www.mineraskifer.no" target="_blank" class="liexternal">Minera</a>.</p>
<p>Fotos: Minera</p>

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<p>De acordo com o lugar onde se constrói, o peso do teto de rochas eventualmente é o menor dos problemas. Assim acontece em Capanna Cristallina (Cabana Cristallina) a 2570 m de altura nos Alpes Suíços: ali os prédios devem levar em consideração um sobrepeso de neve de até 7 m e cargas de vento de até 200 km/h. Desse modo, os 3 cm de espessura das placas em rocha alpina não representaram qualquer problema para o cálculo de estática.</p>
<p>A construção se fez necessária porque uma avalanche de neve &#8211; pela segunda vez &#8211; levou morro abaixo a construção anterior. Os arquitetos suíços Nicola Baserga e Christian Mozzetti venceram o edital para a construção com um prédio inusual em regiões montanhosas: eles assentaram uma espécie de caixa de charutos em um passo da montanha. O andar mais baixo, com as instalações para cozinha e despensa, é de concreto armado e em grande parte está encaixado nas falésias. Os dois andares superiores, com os quartos para os exploradores de montanhas, são compostos de madeira pré-fabricada.</p>
<p>Em termos de materiais, a cabana é bastante tradicional. Apenas o andar térreo, base do prédio, é revestido com rochas encontradas nas fundações da construção, e não massivamente amurado. É típico em montanhas o teto ser revestido com rochas, contudo esse é plano, e não anguloso com típicas duas águas. E como os caminhos para exploração da montanha passam acima da cabana, o teto ali é a primeira coisa que se vê do prédio, tornando-o de fato a quinta fachada.</p>
<p>Ao chegar no local, se percebe que os andares de madeira estão levemente inclinados em relação ao andar inferior. Isso sublinha visualmente a entrada e protege do clima. O terraço foi revestido com placas de rochas obtidas da escavação dos fundamentos.</p>
<p>Para o transporte dos materiais foram necessários cerca de 2000 voos de helicóptero.</p>
<p><a href="http://www.basergamozzetti.ch" target="_blank" class="liexternal">Baserga Mozzetti Architetti </a></p>
<p><a href="http://www.capannacristallina.ch" target="_blank" class="liexternal">Capanna Cristallina </a></p>
<p>Fotos: Filippo Simonetti</p>

<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-868-14237">


	
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<p>As catedrais góticas são lotadas de figuras e adornos – como se pode acrescentar a essas construções adições modernas? Na Catedral de Colônia eram necessários uma nova entrada para uma das torres e um novo quiosque para as lembranças de visitantes. Os planejadores do escritório Kaspar Kraemer Architekten decidiram-se por um contraste radical com o templo religioso: sua adição usa estritamente ângulos retos e isso até mesmo no caso do teto plano. O contraste também domina outros aspectos da sua aparência: enquanto a catedral se ergue verticalmente aos céus, os cubos da nova construção quase se ajoelham sobre a praça.</p>
<p>Teto e fachadas da adição construtiva foram revestidos com arenito Herdecker do Ruhr. No teto as placas têm dimensões de 64 cm x 62 cm e 5 cm de espessura. Entre elas encontram-se rejuntes de 3 cm de espessura, que deixam escorrer facilmente a água da chuva. As rochas foram fornecidas pela empresa Grandi, e a mão de obra pela Natursteinwerk Villmar.</p>
<p>É particularmente interessante também a parte subterrânea do acesso à torre, pois ela revela os fundamentos da catedral em basalto e tufo.</p>
<p>Kaspar Kraemer Architekten (<a href="http://www.kaspar-kraemer.info/" target="_blank" class="liexternal">alemão</a>)</p>
<p>Steinbruchbetriebe Grandi (<a href="http://grandi-steinbruchbetriebe.de" target="_blank" class="liexternal">alemão</a>)</p>
<p>Natursteinwerk Villmar (<a href="http://www.natursteinwerk-villmar.de " target="_blank" class="liexternal">alemão</a>)</p>
<p>Fotos: Dombauarchiv Köln, Matz und Schenk</p>

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<p>Na cidade japonesa de Oda, na prefeitura de Shimane descobrimos uma construção incomum cujo teto não é revestido de rochas, mas de cerâmica: „Kaidannoie“, ou em português algo como „Casa-Escada“, é como ela se chama.</p>
<p>O ponto de partida foi, conforme contam os arquitetos do escritório de design y+M, o desejo do casal proprietário do terreno em ter ali sua privacidade protegida e ao mesmo tempo um espaço convidativo para os convidados e com uma atmosfera „quente e clara“.</p>
<p>O teto em forma de escada tornou-se desde então um ponto de encontro para visitantes e para as crianças uma praça. No ponto mais alto há um terraço. A luz no interior da casa chega principalmente através de ranhuras entre os degraus.</p>
<p>A forma de escada conduz o sentido do olhar do observador para cima, o que faz a casa parecer menor do que de fato é, explicam os arquitetos. Através da cerâmica, ela tem manutenção fácil e também tem vantagens no que se refere à conservação de energia: o sol de inverno, que no local se posiciona bastante baixo no horizonte, propicia raios que penetram diretamente na casa, ao passo que o sol do verão é rebatido pela cerâmica. Canais de vento são facilmente obtidos no local.</p>
<p><a href="http://ymdo.net/" target="_blank" class="liexternal">y+M design office </a></p>
<p>Fotos: y+M design office</p>

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			<a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/gallery/big_dach1-4/big_dach1-14.jpg" title="y+M design office: Kaidannoie"  >
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		<title>Arquitetura: Vinhedo com aparência tradicional</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 00:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PeBe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugues]]></category>

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		<description><![CDATA[(Setembro 2011) O recém-criado prêmio para construções com rochas da Hungria foi vencido pela região de Tokajer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/Ungarn_Awards11-11.jpg" class="liimagelink"><img class="aligncenter size-medium wp-image-13935" title="Uvas para vinho branco Tokaj. Foto: Füleky Pincészet" src="http://www.stone-ideas.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/Ungarn_Awards11-11-373x500.jpg" alt="" width="373" height="500" /></a>(Setembro 2011)</strong> Nesse país, afirma-se, os estrangeiros têm problemas para ler informações não apenas quando enxugam várias garrafas de bebidas: a língua local tem diversos acentos, inclusive sobre consoantes, ainda mais sobre vogais, e tem similaridades (muito vagas) apenas com o finlandês. Ou seja, ninguém fora os nativos se comunica nela. Nem bêbado. Falamos da Hungria, mais precisamente da região Tokaj, de onde vem o vinho branco de mesmo nome, e queremos destacar uma novidade: o país instituiu esse ano pela primeira vez um prêmio para construções com rochas ornamentais e esse foi vencido pelo escritório de arquitetura Építesz Stúdió pelo projeto Pincészet Füleky (Vinhedo Füleky), na localidade de Bodrogkeresztúr.</p>
<p>O local para as instalações do moderno vinhedo está situado às margens de uma granja histórica, a qual já havia sido restaurada com extremo cuidado. Exatamente ao lado localiza-se uma igreja de povoado datada do século 15. As antigas instalações do vinhedo estavam de tal modo carcomidas que era impossível reaproveitá-las. Ao invés de simplesmente derrubá-las, os arquitetos primeiro trataram de limpar suas fachadas e ali reapareceram paredes de pedra dos séculos passados.</p>
<p>Elas foram reforçadas e integradas ao novo prédio de concreto armado. Onde foi necessário construir nova fachada, isso foi feito com o mesmo Tuffstein (tufo calcário) amarelo, proveniente da localidade vizinha Mád. O tufo vulcânico é característico de toda região. Com eles foram construídos os vinhedos dali, inclusive o Füleky.</p>
<p>Para o teto foram utilizadas placas de rocha, que imitam o padrão dos tijolos comuns às construções dos prédios ao redor. O vinhedo foi inaugurado em dezembro de 2010.</p>
<p><a href="http://www.epstudio.hu" target="_blank" class="liexternal">Építesz Stúdió</a></p>
<p><a href="http://www.tokaj.org/" target="_blank" class="liexternal">Füleky Pincészet</a></p>

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